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Ambientalista critica o uso de aparelhos

Guilherme Carlos Agostinho, mestre em agro-ecologia, desaconselhou quinta-feira, na cidade do Huambo, o uso de aparelhos de ar condicionado nos estabelecimentos públicos e em residências, para diminuir a emissão de clorocarbonetos e dióxido de carbono para a atmosfera.

Guilherme Carlos Agostinho, mestre em agro-ecologia, desaconselhou quinta-feira, na cidade do Huambo, o uso de aparelhos de ar condicionado nos estabelecimentos públicos e em residências, para diminuir a emissão de clorocarbonetos e dióxido de carbono para a atmosfera.
O especialista, em declarações à Angop, “sobre poluição atmosférica”, referiu que nas sociedades modernas o uso de equipamentos de ar condicionado no interior dos edifícios constitui uma das principais fontes de poluição da atmosfera.
Informou que o clorocarboneto que tais equipamentos expelem para a atmosfera, bem como o dióxido de carbono resultante das fontes energéticas que alimentam os mesmos, não destroem somente a camada de ozono, mas também alteram o ciclo hidrológico da chuva e originam a queda de chuvas ácidas, responsáveis pela destruição dos solos. O mestre disse que os equipamentos de ar condicionado devem ser substituídos por ventiladores, que consomem menos energia eléctrica e não poluem o meio ambiente e a atmosfera.
“Os equipamentos de ar condicionado não são ecológicos. Provocam aquecimento da atmosfera”, referiu o agro-ecologista.

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