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Animais destroem culturas

Mais de cinco hectares de milho, de famílias camponesas, foram destruídos, este ano, no município do Mungo, Huambo, por hipopótamos do rio Luvulo, disse, à Angop, o proprietário de uma das lavras.

Muitos campos agrícolas foram destruídos
Fotografia: Jornal de Angola

Mais de cinco hectares de milho, de famílias camponesas, foram destruídos, este ano, no município do Mungo, Huambo, por hipopótamos do rio Luvulo, disse, à Angop, o proprietário de uma das lavras.
Tito Chissua, que, na época passada colheu mais de 15 toneladas de milho e este ano tencionava colher o dobro, lamentou que os camponeses não tenham meios para suster a fúria dos hipopótamos, que também têm destruído culturas de feijão e de mandioca.
A administradora adjunta do município, Rebeca Somayacuendje, pediu às famílias que não cultivem ao longo dos rios com muitos hipopótamos, que todos os anos destroem culturas.
Na época agrícola 2010/2011, os hipopótamos destruíram mais de 200 hectares de culturas diversas ao longo dos rios Luvulo, Cutato, Sandabindja e Cossango.

Camponeses da região trocam experiências

Um grupo de 86 agricultores e agentes da Estação de Desenvolvimento Agrário dos municípios da Ekunha e Bailundo, no Huambo, participam  num encontro sobre técnicas de produção.
Os participantes no encontro analisam as técnicas de produção da semente de batata rena, que vão ser aplicadas nos dois municípios, onde a agricultura é a principal actividade económica.
Na sessão de abertura, a administradora adjunta do município do Ekunha, Graciana Ngueve,  afirmou que o evento vai contribuir para a diversificação das culturas agrícolas nos dois municípios e das técnicas de produção da batata.
A administradora adjunta do Bailundo, Dolina Miguel, disse estar satisfeita com a iniciativa, que vai contribuir para o aumento da produção agrícola e proporcionar o desenvolvimento económico e bem-estar da população.

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