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Associações e cooperativas de camponeses reunidas em assembleia-geral no Huambo

Delegados municipais estão a participar desde ontem, na cidade do Huambo, na assembleia-geral de balanço e renovação de mandatos da Federação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias do Huambo (UNACA).

Mulheres camponesas cultivando no interior do país
Fotografia: Rafael Tati

Delegados municipais estão a participar desde ontem, na cidade do Huambo, na assembleia-geral de balanço e renovação de mandatos da Federação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias do Huambo (UNACA).
Sob orientação do vice-presidente da federação, Albano da Silva Lussati, o encontro, que juntou 74 delegados municipais termina ainda hoje e vai fazer balanço de actividades desenvolvidas desde o ano de 2005.
 Na cerimónia de abertura, o responsável da UNACA-Confederação Nacional que é também o presidente da mesa de Assembleia do Huambo, salientou que o crescimento económico do país exige dos movimentos cooperativos maior dinâmica.
 “Há um crescimento enorme na vida social e económica do país, se compararmos com os anos passados. Hoje temos o movimento cooperativo consolidado. Ainda assim, temos que trabalhar mais no campo, conhecer de perto os problemas dos camponeses e fazê-los chegar aos órgãos de decisão”, sublinhou Albano Lussati. O responsável da UNACA-Confederação Nacional exortou os presentes a fazerem um debate aberto, que possibilite analisar e discutir as falhas cometidas durante o período em balanço e encontrar soluções adequadas em benefício das famílias camponesas.
 Segundo afirmou, o país está em crescimento económico e cada família deve sentir-se responsável em dar o seu contributo para a sustentabilidade dos vários projectos que o Executivo e os Governos Provinciais estão a projectar e a desenvolver. “Tem sido preocupação do Executivo melhorar as condições dos camponeses para que produzam alimentos suficientes e de qualidade, no quadro do programa de luta contra a fome e a pobreza”, salientou Albano Lussati.
 “As associações e as cooperativas devem melhorar a organização para que estejam legalizadas e possam usufruir dos projectos de crédito que o Executivo põe à disposição dos produtores”, disse Albano Lussati.

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