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Aumenta a produção alimentar no Ussoque

Adolfo Mundombe |Huambo

Centenas de toneladas de milho, feijão, mandioca, batata-doce e rena e hortícolas foram produzidas, este ano, na comuna do Ussoque, no âmbito da campanha agrícola 2009/ 2010, disse, ao Jornal de Angola, o administrador comunal.

Habitantes de Ussoque estão empenhados em aumentar a produção agrícola
Fotografia: Pedro Miguel

Centenas de toneladas de milho, feijão, mandioca, batata-doce e rena e hortícolas foram produzidas, este ano, na comuna do Ussoque, no âmbito da campanha agrícola 2009/ 2010, disse, ao Jornal de Angola, o administrador comunal.
Isaac Mbeu afirmou que os resultados da presente campanha foram satisfatórios e reconheceu o esforço e apoio do governo da província aos produtores e camponeses.
 “A comuna do Ussoque, potencialmente agrícola, atingiu nesta campanha números bastante significativos, pois conseguimos colher cerca de 762 toneladas de milho, 185 de feijão, 222 de mandioca e 212 de batata-doce e rena”, salientou. A comuna produz também trigo e hortícolas. Isaac Mbeu afirmou que também se trabalha para melhorar a produção, alargando as áreas de cultivo, para que os produtores possam vender o excedente e aumentar os rendimentos.
Os camponeses, anunciou, vão receber créditos agrícolas para na próxima campanha poderem melhorar a actividade.
Os camponeses receberam das Estações de Desenvolvimento Agrário 3.500 toneladas de sementes de milho e 1.500 enxadas, mas aguardam por outros instrumentos agrícolas e adubos para o início da campanha 2010/2011.
 
Comércio está a crescer
 
Na comuna do Ussoque existem alguns estabelecimentos comercias, cantinas e lanchonetes, onde a população adquire produtos de primeira necessidade, como são os casos do sabão, sal e óleo. O administrador sublinhou que “a vila está a crescer e o nível de vida dos munícipes a melhorar”.
 “Quem vê hoje a nossa vila é capaz de não acreditar no passado que já teve e ficou para sempre para trás, a realidade hoje é outra”, disse.
Os serviços sanitários estão assegurados por um centro de saúde e alguns postos, que atendem os mais de 11 mil habitantes.
O administrador referiu serem precisos mais enfermeiros para se poder alargar os serviços a algumas embalas e aldeias distantes da sede comunal e fazer face às principais doenças da região como as diarreias agudas e a malária, entre outras que preocupam as populações.

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