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Centro de Medicina e Reabilitação Física faz novas próteses

Tatiana Marta | Huambo

O Centro de Medicina e Reabilitação Física Doutor António Agostinho Neto, na Bomba Alta, província do Huambo, vai produzir em breve próteses a baixo do joelho, fruto de um acordo assinado entre o Governo Provinvial e a África do Sul, afirmou ao Jornal de Angola, o director da instituição, José Chioca.

O Centro de Medicina e Reabilitação Física Doutor António Agostinho Neto, na Bomba Alta, província do Huambo, vai produzir em breve próteses a baixo do joelho, fruto de um acordo assinado entre o Governo Provinvial e a África do Sul, afirmou ao Jornal de Angola, o director da instituição, José Chioca.
Actualmente, o centro produz apenas próteses acima do joelho, mas José Chioca garante que foram feitos esforços pelo governo local para, em breve, a província adquirir matéria-prima na África do Sul que permite fabricar próteses abaixo do joelho.
“A falta de matéria-prima para a produção de próteses abaixo do joelho estava a dificultar os trabalhos da instituição e a atrasar a recuperação das pessoas portadoras de deficiência. O governador garantiu-nos que em breve o centro recebe este material”, afirmou José Chioca.
 Apesar das dificuldades, o centro funciona dentro da normalidade porque tem especialistas à altura, capazes de responder às necessidades dos doentes internados ou que procuram assistência médica e medicamentosa. 
O Centro de Medicina e Reabilitação Física Doutor António Agostinho Neto tem capacidade para internar 64 doentes, portadores de deficiência física, mas actualmente estão internados 85 pacientes. Diariamente são atendidas entre 200 e 300 pessoas. O centro está vocacionado para a produção de próteses de toda a espécie. Produz entre 30 a 45 próteses por mês e tem as áreas de fisioterapia, electroterapia, ginásio, laboratório de análises, departamento de próteses, sala de produção de muletas, refeitório e enfermarias.
José Chioca disse que a instituição tenciona nos próximos anos relançar o curso de fisioterapia, que já não funciona desde 1996: “os quadros que nós temos são do nível básico e médio, é necessário levar estes quadros aos níveis superiores”.
 O centro de reabilitação precisa de serviços de cirurgia plástica, principalmente na área de reabilitação física. A unidade hospitalar tem o apoio do Governo Provincial.

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