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Centro de medicina e reabilitação preparado para cirurgias plásticas

Tatiana Marta e Justino Vitorino| Huambo

O município do Catchiungo precisa de pelo menos dez escolas, com 12 salas cada uma, para albergar as mais de 13.300 crianças que estudam em condições pouco dignas. O administrador municipal, José Manuel dos Santos, diz que também são necessários muito mais professores.
   

O centro de medicina e reabilitação física tem condições para tratamento de pacientes com paralisias diversas e do foro ortoprotózico
Fotografia: Jornal de Angola

O centro de medicina e reabilitação física Dr. António Agostinho Neto, na cidade do Huambo, tem condições para tratamento de pacientes com paralisias diversas e do foro ortoprotózico, disse nesta quinta-feira o seu director, José Chioca.
O responsável disse que o centro tem médicos formados e capazes de tratar qualquer tipo de paralisias, está em condições de fabricar próteses para pessoas de todas as idades e tratar outras enfermidades.
José Chioca salientou que faltam apenas alguns apoios para a redução das evacuações, o que ajudaria a diminuir os gastos fora do país. O centro, que recebe muitos dos pacientes de vários pontos do país, enfrenta igualmente problemas com a falta de ambulância, bem como grandes dificuldades para aquisição de equipamentos para a realização de cirurgias plásticas, devido à verba exígua que recebem.
José Chioca salientou que o centro deveria merecer mais atenção por parte das autoridades de direito, numa altura em que o mesmo programa a realização de um foro internacional, onde participarão países de expressão portuguesa para a troca de experiência.

Faltam escolas e hospitais no município do Catchiungo

O município do Catchiungo, na província do  Huambo, tem falta de salas de aula e de centros sanitários, reconheceu na quinta-feira o administrador daquela localidade, José Manuel dos Santos.
O responsável, que falava no quadro de uma visita efectuada pelo governador Faustino Muteka àquela circunscrição, disse que também são necessários muito mais professores sobretudo nas zonas rurais.
No total, a localidade precisa urgentemente de pelo menos dez escolas com 12 salas cada uma, para albergar as mais de 13.300 crianças que estudam em condições pouco condignas.
José dos Santos assegurou que a administração tem estado a trabalhar com o governo da província do Huambo, com vista à construção de mais unidades sanitárias e de ensino, dentro do Programa de Investimentos Público. Para diminuir os problemas no sector da Educação, foi realizado um concurso para admissão de professores, tendo os resultados sido enviados à direcção provincial, aguardando-se apenas a afixação das pautas finais. O responsável reconheceu os esforços do governo, mas salientou ser impossível desenvolver estas obras com poucos recursos financeiros, razão pela qual o apoio da comunidade é essencial para a concretização dos programas traçados.

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