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Chuva está a matar e desalojar famílias

Adolfo Mundombe | Huambo

Pelo menos 28 pessoas morreram e mais de três mil famílias ficaram sem as suas residências, em consequência das fortes chuvas que caíram na província do Huambo, de Setembro a Novembro, informou o chefe para a comunicação e imagem dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros.

Abel Kangombe disse que, em toda a província, a chuva destruiu cerca de 500 casas, quatro escolas, um comité de acção do MPLA, postos de iluminação pública, uma antena de comunicação e quatro igrejas de distintas denominações religiosas.
De acordo com Abel Kangombe, os municípios mais atingidos são os da Caála, Bailundo, Londuimbali, Ecunha, Cachiungo, Longonjo, Chinjenje e Chicala Cholohanga.
Abel Kangombe referiu que é normal a ocorrência de trovoadas, mas assegurou que estão a ser tomadas medidas para acudir as situações que possam ocorrer nos próximos tempos. Nesse sentido, aconselhou as pessoas a não se abrigarem perto de cabos eléctricos ou debaixo de árvores quando estiver a relampejar. 
Os adultos, acrescentou, devem evitar que as crianças frequentem ou se aproximem das valas de drenagem. As puxadas anárquicas dos cabos de energia eléctrica e a construção  em zonas de risco, à beira dos rios, também têm causado várias mortes.

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