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Chuvas intensas matam e destroem diversas habitações

Tatiana Marta | Huambo

Pelo menos 14 pessoas morreram, 31 ficaram feridas e cerca de 65 habitações foram destruídas pelas chuvas, no primeiro trimestre deste ano no Huambo, informou ontem o comandante provincial dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros da província.

 

João Ricardo, que fazia o balanço dos serviços de bombeiros nos primeiros três meses, salientou que, de Janeiro a Março, as calamidades afectaram também igrejas, escolas, nos municípios do Bailundo, Longonjo, Ecunha, Ucuma, Londuimbali, Huambo e  Cachiungo. As mortes deveram-se aos relâmpagos, razão pela qual o Governo do Huambo decidiu instalar novos pára-raios e substituir antigas torres de protecção das descargas eléctricas nos principais centros urbanos e locais de maior aglomeração populacional, para evitar mais acidentes.
O chefe dos bombeiros referiu que as populações atingidas recebem apoios das administrações municipais e do Governo Provincial, mas aconselha as populações a não construírem em zonas consideradas de risco.  “A colocação e instalação de torres anti-raios é melindrosa, mas pretendemos dar prioridade a  locais onde ocorrem frequentemente as descargas eléctricas.

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