Províncias

Ciclo de cursos de mestrado encerra no mês de Abril

Victória Quintas |Huambo

A Universidade José Eduardo dos Santos (UJES) tem, para o presente ano lectivo,   2.745 vagas, a serem disputadas nas diferentes unidades orgânicas da Quinta Região Académica, com base em exames de aptidão, anunciou o reitor da instituição.

País ganha anualmente milhares de técnicos
Fotografia: Santos Pedro|Edições Novembro

Cristóvão Simões disse, em conferência de imprensa, que, em comparação com os anos anteriores, este ano houve um aumento do número de vagas e informou que as inscrições para o exame de admissão iniciaram no dia 3 de Janeiro e decorrem até 11 de Fevereiro.
O número de vagas disponíveis é distribuído pelas unidades orgânicas, sendo que a Faculdade de Ciências Agrárias, que lecciona os cursos de Agronomia e de Engenharia Florestal dispõe de 120 lugares e a Faculdade de Economia 365, distribuídos entre o regime regular e pós-laboral.
A Faculdade de Direito tem disponíveis 240 vagas, para o período regular e pós-laboral,  a de Medicina 70, a de Medicina Veterinária 50 e o Instituto Superior Politécnico recebe 500 estudantes.
As províncias do Bié e do Moxico, que também fazem parte da unidade orgânica da Quinta Região Académica da Universidade José Eduardo dos Santos,  dispõem de 400 vagas e 500, respectivamente.
O decano da universidade garantiu estarem criadas as condições para o início do ano lectivo e disse que a instituição conta com 580 docentes efectivos e contratados, entre   nacionais e estrangeiros, número suficiente para cobrir a região académica.
Fazendo um balanço do ano lectivo 2016, o responsável disse que na Quinta Região Académica não se assistiu quaisquer irregularidades do ponto de vista da docência, nem de aprendizagem nas unidades orgânicas.
“Penso termos cumprido com sucesso a maior parte dos programas. Tivemos um aproveitamento escolar em que 85 por cento dos estudantes aprovaram, contra 15 reprovações”, disse.

 Outorga de mestrado

 A UJES encerra no próximo mês de Abril o ciclo dos mestrados, com a entrega de 140 outorgas para os estudantes que concluíram a sua formação em Dezembro de 2016.
Cristóvão Simões informou que este ano não haverá cursos de mestrado, talvez em  2018. Explicou que o lançamento de cada curso de mestrado requer autorização da entidade tutelar.
“Cada vez que termina um curso de mestrado, os coordenadores das unidades orgânicas devem fazer um relatório para a entidade tutelar e solicitar uma nova autorização. É o que se está a fazer até agora, sem que a tutela responda, pois não é legalmente permitido que se comece outro curso de mestrado”, disse. Os cursos de mestrado em Direito e Economia já foram solicitados e aguardam-se pela autorização.

Tempo

Multimédia