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Cidade do Huambo com mais água potável

Justino Vitorino | Huambo

Milhares de famílias da cidade do Huambo vão passar a ter água potável corrente a partir de 2015, quando estiver concluída a construção de 19 mil ligações domiciliárias, garantiu ontem o director nacional de abastecimento de água e saneamento, Lucrécio Costa.

População de algumas zonas deixa de percorrer longas distâncias à procura de água para o consumo antes retirada em rios e cacimbas
Fotografia: Jornal de Angola

Milhares de famílias da cidade do Huambo vão passar a ter água potável corrente a partir de 2015, quando estiver concluída a construção de 19 mil ligações domiciliárias, garantiu ontem o director nacional de abastecimento de água e saneamento, Lucrécio Costa.
O responsável, que falava na cerimónia de assinatura do acto de consignação do projecto, referiu que este vai ser co-financiado pelo Banco Mundial e o Executivo angolano e está orçado em 785 milhões de kwanzas.
O prazo para execução da obra é de 36 meses, divididos em dois períodos, sendo seis meses para desenvolver o projecto, que contempla 45 quilómetros de rede, e 30 para a construção. O objectivo é aumentar a cobertura de abastecimento de água à cidade.
A cidade do Huambo conta, actualmente, com 8.500 ligações domiciliares registadas, com um abastecimento de 30 mil metros cúbicos de água canalizada por dia. “Pretendemos, com este mega projecto, atingir, a curto prazo, 40 mil ligações domiciliares a nível da cidade do Huambo, para garantir às populações o abastecimento de água potável”, explicou o director nacional de abastecimento de água e saneamento. 

Construção de chafarizes


O vice-governador do Huambo para o sector económico e produtivo, Francisco Fato, disse que projectos desta natureza respondem às preocupações essenciais do Executivo, de melhorar, gradualmente, a situação social da população, em particular da região do Planalto Central, no âmbito do projecto “Água Para Todos “.
Dentro das acções do governo do Huambo foram já reabilitados todos os sistemas e centros de distribuição de água da Cidade Alta e do bairro do Comércio, que permitiu a abertura de 70 quilómetros de novas redes, com ligações domiciliares, e a construção de chafarizes em diversos bairros periféricos da cidade do Huambo.

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