Províncias

Exploradores de madeira agem à margem da Lei

Estácio Camassete | Huambo

A maior parte dos exploradores de madeira na província do Huambo furta-se ao pagamento da taxa de exploração ao Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), situação que se reflecte na não arrecadação de receitas para os cofres do Estado.

Camionistas transportam toros na calada da noite com o apoio da população da região
Fotografia: Rafael Tati | Namibe | edições novembro

Amaro Gime Bulica, chefe do Departamento Provincial do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), lamenta os altos níveis de abate desenfreado de árvores nas florestas do Huambo, perpetrado por camionistas, no período nocturno, que fazem o carregamento de touros para fins comerciais, contando com a colaboração de populares.

“A legislação proíbe o abate desenfreado de árvores, pelo que, nestes casos, as multas não são baratas. Por isso, os camionistas optam, igualmente, pelo "garimpo" nocturno, existindo, no entanto, uma falta de vontade das populações em legalizar esta actividade”, disse Amaro Gime Bulica, que assegura que

Angola apresenta um património florestal quase único, em termos quantitativos e qualitativos, que ao ser explorado de forma sustentável e racional pode constituir uma base para o desenvolvimento económico, social e ambiental do país.

Notícia em desenvolvimento...

Tempo

Multimédia