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Faculdades de Direito e de Economia com cursos nocturnos este ano lectivo

As faculdades de Direito e de Economia da Universidade José Eduardo dos Santos, na província do Huambo, passam a ter cursos no período nocturno (pós-laboral), para facilitar os estudantes trabalhadores.

As faculdades de Direito e de Economia da Universidade José Eduardo dos Santos, na província do Huambo, passam a ter cursos no período nocturno (pós-laboral), para facilitar os estudantes trabalhadores.
Segundo os responsáveis das duas instituições, em declarações à Angop, Sílvia do Amaral e Albino Sinjacumbi, este é um dos vários ganhos da descentralização do Ensino Superior.
As duas instituições, que funcionavam como núcleos até 2009, têm disponíveis 200 vagas para o curso nocturno de economia e 120 para o de direito.
Os estudantes do curso pós laboral pagam uma propina cujo valor ainda não foi revelado.
As inscrições para o exame de acesso dos novos estudantes já estão em curso, segundo disse a responsável da Faculdade de Economia.
Sílvia do Amaral adiantou que, para o ano de 2010, pretende trabalhar para uma gestão mais participativa, com o propósito de fazer com que os currículos sejam terminados nos prazos estabelecidos e que os licenciados em economia sintam-se seguros no mercado de emprego.
Por outro lado, adiantou que o corpo docente vai ser reforçado através do recrutamento de novos especialistas nacionais e estrangeiros, para o cumprimento dos objectivos da instituição.
Aquela instituição lançou em 2009 os primeiros 35 licenciados em economia, no período pós guerra.
Já o decano da Faculdade de Direito, Albino Sinjaecumbo, manifestou a intenção de trabalhar para ter uma instituição dinâmica e transparente, com vista a garantia da qualidade de ensino.
Para cumprir com esta pretensão revelou ter gizado um plano estratégico, que contempla fundamentalmente a capacitação de docentes.
“Neste momento já fizemos a distribuição do plano curricular para os docentes que temos. Celebraremos um contrato com docentes catedráticos da Faculdade de Direito Clássica de Lisboa, para permitir a formação de docentes a nível de mestrados e o acompanhamento em termos de conteúdo programático das disciplinas e da nossa actividade científica”, reforçou.
Outra preocupação daquele responsável é a ampliação da infra-estrutura onde funciona a faculdade.
Com as 120  vagas disponíveis, a Faculdade de Direito, na província do Huambo, terá um grupo de pelo menos 600 estudantes.

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