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Falta de verbas condiciona a contenção

O director provincial das Obras Públicas do Huambo disse, no domingo, à Angop, que a falta de verbas constitui o principal entrave à contenção das ravinas, que ameaçam destruir casas e cortar a circulação rodoviária em alguns troços.

O director provincial das Obras Públicas do Huambo disse, no domingo, à Angop, que a falta de verbas constitui o principal entrave à contenção das ravinas, que ameaçam destruir casas e cortar a circulação rodoviária em alguns troços.
José Morguier afirmou que a progressão de algumas ravinas, consideradas de alto risco, tende a agravar-se, tendo em conta as fortes chuvas que têm caído aliadas à crescente exploração de inertes.
 As intervenções paliativas das administrações municipais são ineficazes, referiu, alertando que um eventual corte na circulação rodoviária, provocado pelas ravinas, tem consequências socioeconómicas negativas.
 “É uma situação que nos preocupa bastante, uma vez que as ravinas continuam a avançar em direcção às casas e estradas e, nós, por falta de recursos, não estamos a fazer quase nada para contê-las”, lamentou o director.
José Morguier defende uma intervenção urgente e profunda para impedir que o fenómeno natural continue a colocar em risco a circulação rodoviária e as casas.
 Em 2010, acrescentou, a direcção provincial das Obras Públicas necessitava, no mínimo, de 400 milhões de kwanzas para estancar 18 ravinas de alto risco, que passaram a ser 20.
 Nove das ravinas encontram-se no município do Huambo, sete no da Caála, três no Longonjo e uma, no Tchindjendje.

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