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Fórum busca soluções para combate à malária

A higienização deficiente que se regista no meio ambiente foi apontada pelo secretário de Estado da Saúde, José da Cunha, na cidade do Huambo, como a causa principal do surgimento do elevado número de casos de malária que se regista no país.

Nas zonas periféricas vários moradores tentam eliminar os charcos de água para evitar a concentração de mosquitos
Fotografia: Contreiras Pipa | Edições Novembro


Especialista em saúde pública, José Cunha afirmou, durante a I Conferência “Projecto Malária Zero”, ser im­portante a observância rigo-
rosa das medidas de preven-ção avançadas pelas instituições de saúde, alegando que deste modo é possível acautelar o surgimento de novos casos de malária nas comunidades.
“É importante que os cidadãos acatem as medidas de saneamento básico avançadas pelas instituições de saúde do país.
Com uma população de­vidamente educada, e sem lixo à sua volta , há grandes  possibilidades de se combater a malária. Deste modo, poupamos mais recursos financeiros, para serem aplicados na aquisição de medicamentos e outros equipamentos de intervenção à saúde humana”, disse José Cunha.
No encontro, em que participaram directores de hospitais, chefes de repartições municipais de saúde e quadros dos sectores das províncias do Huambo, Bié e Cuanza-Sul, foi debatido temas essencialmente dirigidos à prevenção, combate e erradicação da malária nas comunidades rurais.
Por seu lado, o governador do Huambo, João Baptista Kussumua, agradeceu a presença dos  agentes de saúde, apontando o projecto “Malária Zero” como “um dos  planos estratégicos e operacionais do Executivo”, para a prevenção e controlo da malárias e de outras endemias.
A directora provincial da saúde do Huambo, Jovita  André disse que são, para o combate à malária na província este ano, 411 milhões e 363 mil  kwanzas.

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