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Hipopótamos destroem culturas

Pelo menos 36 lavras de milho de famílias camponesas do município do Mungo, a cerca de 150 quilómetros da cidade de Huambo, estão a ser destruídas por hipopótamos, desde o início da segunda quinzena deste mês, soube domingo a Angop, no local

Hipopótamos já destruíram 36 lavras de milho de famílias camponesas do município do Mungo, onde as colheitas estão ameaçadas
Fotografia: Pedro Miguel

Pelo menos 36 lavras de milho de famílias camponesas do município do Mungo, a cerca de 150 quilómetros da cidade de Huambo, estão a ser destruídas por hipopótamos, desde o início da segunda quinzena deste mês, soube domingo a Angop, no local.
O soba do bairro do Benfica, Clemente Epalanga, revelou que a acção devastadora dos hipopótamos está a estender-se a outras lavras e os cidadãos pouco ou nada conseguem fazer. Nesta altura, adiantou, 36 famílias que cultivaram milho nas áreas vizinhas ao rio Luvulo ficaram sem as suas culturas, uma situação que está a preocupar a administração local, sem hipóteses de acudir à situação.
 O mesmo se passa na comuna de Chiumbo, na aldeia de Kaliweke, onde os hipopótamos destruíram mais de 20 hectares de culturas de milho, feijão, batata rena, batata-doce e abóbora.

Multiplicação de sementes

Entretanto, o governo da província do Huambo discutiu ontem o programa de produção de sementes agrícolas na região, elaborado pela direcção  local da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas.
 A segunda sessão ordinária do governo da província, orientada pelo governador  Faustino Muteka, debruçou-se igualmente sobre o enquadramento de sementes agrícolas por municípios. Este programa, segundo a agenda de trabalhos da reunião, inclui a distribuição de quotas de produção por tipos e qualidades de sementes.
 A reunião analisou ainda o programa de investimentos para o corrente ano e discutiu o relatório de actividades realizadas pelo executivo ao longo do ano 2009.
Outros documentos da vida organizativa interna do governo e a análise da situação operacional e delituosa da província, em Fevereiro deste ano, foram levados ao conhecimento dos membros do executivo local, no decurso dos trabalhos da segunda sessão ordinária.

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