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Huambo tem electricidade restabelecida

A direcção provincial da Empresa Nacional de Electricidade  repôs, na noite de segunda-feira, o fornecimento de energia eléctrica em algumas zonas da cidade do Huambo, que ficaram alguns dias sem electricidade, devido a uma avaria técnica registada no sistema de distribuição de média  tensão.

Um ângulo do Huambo onde casas e ruas ficaram algum tempo sem iluminação devido a uma avaria no sistema de média tensão
Fotografia: Jornal de Angola

A direcção provincial da Empresa Nacional de Electricidade  repôs, na noite de segunda-feira, o fornecimento de energia eléctrica em algumas zonas da cidade do Huambo, que ficaram alguns dias sem electricidade, devido a uma avaria técnica registada no sistema de distribuição de média  tensão.
De acordo com o director provincial da ENE no Huambo, Gilberto Pessoa, estiveram privadas do fornecimento de energia eléctrica zonas dos bairros de Fátima, Capango, Parque Infantil e arredores do aeroporto Albano Machado.
O responsável informou que os técnicos da instituição trabalharam arduamente para a resolução deste problema.  A Empresa Nacional de Electricidade dispõe, na província do Huambo, de uma capacidade de produção e fornecimento de energia eléctrica de 12 megawatts, sendo o director Gilberto Pessoa.


 Protecção ambiental


A administração do município da Caála, província do Huambo, vai envolver, ainda este ano, as autoridades tradicionais locais no programa de protecção ambiental, para combater a desflorestação e a degradação ecológica na circunscrição.O facto foi revelado terça-feira, pelo administrador adjunto para os assuntos económicos, Bento Sandulo. O programa de protecção ambiental teve início em Novembro, em parceria com a Organização Não-Governamental angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) e consiste, fundamentalmente, na plantação de árvores em zonas desflorestadas e em campanhas de sensibilização para a importância ecológica.
De acordo com Bento Sandulo, as autoridades tradicionais vão ser aproveitadas para intensificar as campanhas de sensibilizações sobre o meio ambiente nas comunidades rurais, para evitar queimadas e exploração de terra para efeitos de construção de casas, sem a prévia autorização da administração local. “O meio ambiente é vida e merece ser protegido em prol do bem-estar de todos nós”, afirmou.
O programa, acrescentou, vai estender-se às comunas da Calenga, Cuima e Catata, onde, com frequência, se verifica o fenómeno da desflorestação resultante da exploração do carvão doméstico.

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