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Inaugurado Centro Regional no Huambo para estudo das alterações climáticas

Marcelino Dumbo | Huambo

A ministra do Ambiente, Maria de Fátima Jardim, inaugurou sábado na cidade do Huambo o primeiro Centro de Ecologia Tropical e Alterações Climáticas (CETAC), destinado ao estudo e investigação das alterações climáticas e preservação dos recursos hídricos e climáticos.

Especialistas de várias regiões vão poder trocar contactos no processo de investigação
Fotografia: Francisco Lopes | Hambo

A ministra do Ambiente, Maria de Fátima Jardim, inaugurou sábado na cidade do Huambo o primeiro Centro de Ecologia Tropical e Alterações Climáticas (CETAC), destinado ao estudo e investigação das alterações climáticas e preservação dos recursos hídricos e climáticos.
O centro, construído de raiz, possui dois pisos completamente equipados e comporta dois laboratórios de testagem de solos e água, igual número de secções de ecologias animal e vegetal, secção da qualidade ambiente, departamento de alterações climáticas e de gestão de ecossistemas e custou aos cofres do Estado 5.150 mil dólares.
Conta ainda áreas de recursos humanos, secretaria, secção de estagiários em investigação, biblioteca, sala de reuniões, restaurante, entre outras divisões.     
O centro é o primeiro no país e foi erguido no quadro do programa do Executivo para o relançamento do projecto de investigação científica e estudo das alterações climática da região, para o desenvolvimento sustentável das províncias, em particular do Huambo, que aspira à Cidade Capital Ecológica. Fátima Jardim afirmou que, além dos quadros do Huambo, Benguela e Bié, o CETAC vai atender especialistas de outras províncias para favorecer o intercâmbio no processo de investigação.
O aproveitamento das águas residuais, valorização dos solos degradados, constituição de equipas de investigação e apoiar a elaboração e implementação de políticas e programas de preservação do ambiente, constituem entre outros, os objectivos para qual foi criado o centro. O centro erguido na zona adjacente à estufa-fria, no centro da cidade, vai permitir aos especialistas, estudantes dos institutos médios e superiores ligados à área aproveitar as possibilidades oferecidas para melhorar as condições de vida das populações, através da utilização racional dos recursos hídricos e climáticos.

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