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Inclusão das TIC no ensino é sugerida por especialista

A inclusão das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de ensino e aprendizagem foi defendida sexta-feira pela directora da Mediateca do Huambo, Ana Robalo.

Inclusão de novas tecnologias de informação podem dar outro impulso ao ensino na região
Fotografia: Estanislau Costa | Edições Novembro

Ao apresentar um tema sobre as TIC, durante as II jornadas pedagógicas do Instituto Médio Agrário (IMA) da província do Huambo, a directora reforçou que as Tecnologias de Informação e Comunicação são ferramentas importantes para os professores e alunos.
As TIC, acrescentou, ajudam na consolidação do conhecimento científico assim como no processo de aprendizagem. “Elas facilitam a elaboração de projectos académicos e ajudam na conquista de resultados satisfatórios, que promovam o reforço dos métodos pedagógicos para melhorar o sistema de ensino”, frisou.
Ana Robalo salientou ainda que a aplicação dos meios tecnológicos no sector de Ensino facilita a preparação e actualização dos conteúdos programados pelos professores assim como contribui para o aumento da capacidade criativa dos alunos.
Reconheceu ser necessário fazer-se muito trabalho a reverem-se os planos curriculares das diversas instituições de ensino no país, para se poder integrar as Tecnologias de Informação e Comunicação.
O Huambo foi a província escolhida para acolher o conselho consultivo do Ministério da Educação, que decorreu entre quinta e sexta-feira, no planalto central, sob orientação do titular do sector, Pinda Simão.
Na actividade, o governador do Huambo, João Baptista Kussumua, avançou que o Executivo vai continuar a prestar uma atenção especial à formação de quadros do sector da Educação, para que exerçam com mais qualidade a sua actividade, de modo a corresponder aos grandes desafios do país.
O governador frisou que este empenho deve constituir factor de motivação e estímulo para os vários actores que fazem a educação acontecer, no sentido do aperfeiçoamento constante das suas capacidades e cumprimento fiel da sua missão.
Neste sentido, Baptista Kussumua referiu que cabe a cada um dos quadros tamanha responsabilidade de contribuir, com o que sabe, no intuito de mudar o destino do país para o melhor, formando com eficiência profissional quadros capazes de transformar os grandes recursos naturais em riqueza, para o bem dos angolanos.
O conselho nacional serviu para proceder ao balanço das actividades realizadas em 2016, constantes no Plano Nacional de Desenvolvimento, análise do relatório de execução do Programa Educação para Todos (2000-2015) e do Sistema de Informação para a Educação.
Discutiu-se ainda o Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação, designado “Educar Angola 2017-2030”, assim como fez-se a análise da implementação da lei 17/16 (Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino), o calendário escolar e o Plano Nacional de Formação de Quadros.

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