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Instituto Florestal planta árvores

Pelo menos 38.869 árvores diversas vão ser plantadas, nos próximos meses, em vários perímetros e polígonos florestais da província do Huambo, numa iniciativa do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), inserida no seu programa de repovoamento e fomento florestal.

Mais de 38 mil árvores vão ser plantadas
Fotografia: Jornal de Angola

Pelo menos 38.869 árvores diversas vão ser plantadas, nos próximos meses, em vários perímetros e polígonos florestais da província do Huambo, numa iniciativa do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), inserida no seu programa de repovoamento e fomento florestal.
O chefe da brigada provincial do IDF, Andrade Moreira Bahu, em declarações prestadas ontem à Angop, explicou que o processo de plantação de árvores começa em Outubro e vai se estender até ao mês de Março de 2011, altura em que a chuva diminui de intensidade na região.
Informou que serão plantadas 11.650 árvores de cedro, 12.985 de eucaliptos, 13.934 de pinheiros e 300 acácias de ornamentação.
Estas espécies, segundo o responsável do IDF no Huambo, já se encontram nos viveiros da instituição, aguardando somente pelo início da época chuvosa, para que as mesmas sejam plantadas em locais definitivos.
Andrade Moreira Bahu afirmou que o IDF vai igualmente continuar a fornecer árvores aos fazendeiros para tornar célere o processo de fomento florestal na região.
Disse também que, além das árvores de madeira e de ornamentação, a instituição dispõe, nos seus viveiros, de outras, nomeadamente de mangueiras (48), abacateiros (200), café arábica (675) e 355 flores diversas.
Realçou que durante a primeira fase de plantação de árvores, decorrida entre os meses de Janeiro a Março deste ano, foram plantadas 10.200 mudas de diferentes espécies, principalmente eucaliptos, cedros e pinheiros, além de terem fornecido a fazendeiros das províncias limítrofes um total de 35 mil árvores.

Ravinas

Mais de quatrocentos milhões de kwanzas são necessários para estancar 18 ravinas, nos municípios do Huambo (capital da província), Caála, Longonjo e Tchindjendje, que ameaçam cortar a circulação rodoviária em alguns troços principais e secundários destas circunscrições.
Segundo o director das Obras Públicas na província do Huambo, José Adolfo Morguier, que se manifestou preocupado com a “progressão de algumas ravinas”, o sector das Obras Públicas não possui recursos financeiros para estancar o avanço das ravinas, que, por enquanto, são as que mais preocupam.
Destas, explicou, oito encontram-se no município do Huambo, sete na Caála, duas no Longonjo e uma no Tchindjendje.

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