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Jovens doam sangue no Hospital Central

Tatiana Marta | Huambo

Mais de 200 jovens do comité municipal da JMPLA na cidade do Huambo doaram sangue ao serviço de hemoterapia do Hospital Central.

O primeiro secretario municipal da JMPLA no Huambo, Júlio Cabral, afirmou ao Jornal de Angola, que o gesto de solidariedade visa suprir as dificuldades que a hemoterapia do Hospital Central do Huambo tem vindo a atravessar, devido à falta de doadores voluntários de sangue.
Júlio Cabral disse que doar sangue é um acto de cidadania, indispensável para qualquer unidade hospitalar. Acções do género vão prosseguir, para que a carência de sangue diminua no Hospital Central do Huambo e noutras unidades sanitárias que necessitam de sangue, em qualidade e quantidade.
“A quantidade de sangue doada vai minimizar dificuldades nas áreas de pediatria, sala de partos e bloco operatório, serviços que mais consomem sangue, devido à elevada afluência de pacientes que a unidade hospitalar tem registado diariamente”, disse Júlio Cabral.
O primeiro secretário da organização juvenil do MPLA explicou que o gesto de solidariedade também é uma forma de consciencializar a sociedade sobre a importância de doar sangue de forma voluntária, para salvar vidas humanas nas unidades sanitárias da região.

Campanha de sensibilização


Dagberto Alfredo, um dos doadores voluntários, pediu aos jovens para participarem na campanha de sensibilização para que a população ofereça sangue às unidades sanitárias.
 “Temos consciência de que as unidades sanitárias da província do Huambo têm enfrentando muitas dificuldades para obterem sangue, para tal é necessário que os cidadãos possam ajudar a intervir nesta acção solidária, com intuito de ajudar os doentes que necessitam de sangue.
O chefe da hemoterapia do Hospital Central da província do Huambo, Aristides Timóteo, louvou o gesto de solidariedade protagonizado pelos membros do comité municipal da JMPLA.
Acrescentou que a doação de mais de 200 litros de sangue vai permitir normalizar as dificuldades que o hospital enfrenta, sobretudo para salvar vidas de mulheres grávidas e crianças.
Segundo Aristides Timóteo, o Hospital Central do Huambo precisa de  mais doadores de sangue.

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