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Mais unidades sanitárias na Caála

Marcelino Dumbo | Caála

O município da Caála vai contar, nos próximos meses, com mais um centro médico e vários postos de saúde, nas localidades de Cachindongo, Elanda, Catengenha e na comuna do Cuima, para atender as populações que vivem distantes das zonas urbanas, revelou o administrador local, Miguel Somakesendje.

Expansão dos serviços de saúde está a permitir melhorar a assistência à população e diminuir os índices de mortalidade na região
Fotografia: Eduardo Pedro

O município da Caála vai contar, nos próximos meses, com mais um centro médico e vários postos de saúde, nas localidades de Cachindongo, Elanda, Catengenha e na comuna do Cuima, para atender as populações que vivem distantes das zonas urbanas, revelou o administrador local, Miguel Somakesendje. 
Em declarações ao Jornal de Angola, o administrador afirmou que muitas destas localidades nunca tiveram um posto de saúde e as populações percorriam longas distâncias à procura dos serviços médicos. 
O nosso objectivo é a redução da mortalidade materno-infantil no município e as doenças mais frequentes, principalmente as diarreias agudas, as respiratórias, as parasitoses, a malária e outras”, sublinhou Miguel Somakesendje.
Os novos empreendimentos foram erguidos no âmbito do projecto de municipalização dos serviços de saúde e de desenvolvimento rural e combate à pobreza. O projecto engloba a requalificação do antigo hospital municipal e do centro de saúde da comuna da Calenga.
O administrador  assegurou que, com os serviços de saúde próximos das populações necessitadas, foi possível manter os técnicos nos seus postos de trabalho, o que ajuda a evitar a fuga de quadros, que justificavam a sua partida com as más condições de acomodação.   O município da Caála tem uma população estimada em 190.383 e possui 24 unidades sanitárias, entre as quais um hospital municipal, quatro centros e 12 postos de saúde, assegurados por 416 funcionários, entre pessoal médico, administrativo e auxiliar.
As aldeias de Suku Ondjali, Casupi I e II, Capundje beneficiaram igualmente de novas unidades sanitárias e residências para técnicos. O administrador local referiu que, com a construção de novas infra-estruturas hospitalares, as populações vão perdendo, a pouco e pouco, o hábito de procurar curandeiros.

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