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Mulheres com dificuldades em cumprir os reembolsos

Muitas mulheres que beneficiaram de microcrédito em 2010, pertencentes às comunidades rurais da província do Huambo, não estão a conseguir pagar o reembolso dos empréstimos, afirmou no domingo a directora provincial da Família e Promoção da Mulher, Maria do Rosário Amadeu.

Beneficiárias dedicam-se à agricultura
Fotografia: Pedro Miguel

Muitas mulheres que beneficiaram de microcrédito em 2010, pertencentes às comunidades rurais da província do Huambo, não estão a conseguir pagar o reembolso dos empréstimos, afirmou no domingo a directora provincial da Família e Promoção da Mulher, Maria do Rosário Amadeu.
No ano passado, as beneficiárias deviam ter reembolsado um total de 1,8 milhões, mas o montante ficou muito aquém. “Recebemos apenas 350 mil kwanzas de reembolso, uma irregularidade que dificultou a criação de fundos para atribuição de novos grupos de beneficiários, conforme estava previsto”, disse Maria do Rosário Amadeu, acrescentando que houve pouca seriedade no cumprimento dos prazos do reembolso.
No primeiro trimestre do ano será realizado um encontro destinado a fazer um balanço concreto sobre o andamento do processo de microcrédito nas zonas onde está a circular o dinheiro, para ser decido o futuro do projecto e as metodologias a serem utilizadas para alterar o quadro de incumprimentos.
Iniciado em 2000, com o suporte da Agência de Desenvolvimento do Huambo-Microform II, o projecto de atribuição de microcrédito é coordenado pela direcção provincial da Família e Promoção da Mulher, contando também com o apoio do Banco Sol. Maria do Rosário Amadeu revelou que, até ao momento, já foram beneficiadas mais de 600 mulheres, na sua maioria chefes de família, que receberam 15 mil kwanzas cada para reforçar a sua actividade.
O projecto é uma iniciativa do governo local, em resposta ao apelo do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, sobre a luta contra a pobreza, particularmente a pobreza feminina, lançado em 2000.No ano passado, as beneficiárias deviam ter reembolsado um total de 1,8 milhões, mas o montante ficou muito aquém. “Recebemos apenas 350 mil kwanzas de reembolso, uma irregularidade que dificultou a criação de fundos para atribuição de novos grupos de beneficiários, conforme estava previsto”, disse Maria do Rosário Amadeu, acrescentando que houve pouca seriedade no cumprimento dos prazos do reembolso.
No primeiro trimestre do ano será realizado um encontro destinado a fazer um balanço concreto sobre o andamento do processo de microcrédito nas zonas onde está a circular o dinheiro, para ser decido o futuro do projecto e as metodologias a serem utilizadas para alterar o quadro de incumprimentos.
Iniciado em 2000, com o suporte da Agência de Desenvolvimento do Huambo-Microform II, o projecto de atribuição de microcrédito é coordenado pela direcção provincial da Família e Promoção da Mulher, contando também com o apoio do Banco Sol. Maria do Rosário Amadeu revelou que, até ao momento, já foram beneficiadas mais de 600 mulheres, na sua maioria chefes de família, que receberam 15 mil kwanzas cada para reforçar a sua actividade.
O projecto é uma iniciativa do governo local, em resposta ao apelo do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, sobre a luta contra a pobreza, particularmente a pobreza feminina, lançado em 2000.

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