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Novo modelo para a aquisição de apartamentos no Lossambo

Tatiana Marta | Huambo

O novo modelo de aquisição de residências na centralidade do Lossambo, arredores da cidade do Huambo, entra em vigor a partir de Janeiro, anunciou o vice-governador provincial para área Técnica e Infra-estruturas.

Centralidade do Lossambo oferece oportunidades para a realização do sonho da casa própria
Fotografia: Armando Sapalo

Francisco Calunga Quissanga disse que contrariamente ao que estava determinado, agora, para a renda resolúvel, podem concorrer todos os interessados, entre funcionários públicos e privados.
De acordo o vice-governador, no quadro da estratégia de actuação, o Governo da província fez diversas concertações com o Ministério do Urbanismo para que todo o funcionário possa ter acesso à residência na centralidade, bastando ter possibilidades financeiras.
O vice-governador sublinhou que a partir de Janeiro de 2017 começa o novo modelo de venda das residências e fruto desse figurino, para os funcionários públicos, com salários superiores a 40.000.00 e inferiores a 97.500.00 Kzs, estão cabimentados 50 apartamentos.
Para a venda ao público e empresas públicas estão disponíveis 90 apartamentos.
“Também temos vendas dirigidas às empresas públicas e privadas ou parceiras e neste regime o funcionário pode  fazer o pagamento de 50 por cento de 11 milhões e o restante montante pode ser pago em cinco anos. Estão disponíveis 210 unidades habitacionais”, disse o responsável.
Para o público em geral e funcionários que têm o salário abaixo de 97.500 Kzs estão reservadas 198 unidades habitacionais, a serem pagas em regime de arrendamento, no valor de 12.000 Kwanzas por mês. Francisco Quissanga disse que na primeira fase do processo foram entregues mais de 800 residências em regime de renda resolúvel, em que beneficiaram apenas funcionários públicos, que passam a ser descontados 38.000 Kzs mensalmente.
O governante reconheceu que a procura é maior que a oferta, por isso alerta aos cidadãos a não se deixarem enganar por indivíduos que se fazem passar por funcionários do Governo da província, sob pena de perderem tempo e dinheiro.

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