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Obras Públicas sem verbas para conter ravinas

Mário Clemente | Huambo

Por falta de verbas, a direcção provincial das Obras Públicas está a enfrentar dificuldades para combater a progressão das ravinas que se alastram por algumas vias rodoviárias da cidade do Huambo.

Por falta de verbas, a direcção provincial das Obras Públicas está a enfrentar dificuldades para combater a progressão das ravinas que se alastram por algumas vias rodoviárias da cidade do Huambo.
O director provincial das Obras Públicas, José Morguier Adolfo, disse terça-feira que os municípios do Huambo, Caála e Longonjo são os que mais precisam de uma intervenção urgente, devido ao avanço acelerado do fenómeno.Para tal, a instituição dirigida por José Adolfo precisa de cerca de 400 milhões de kwanzas para levar a cabo as obras de reparação das vias e contrapor o avanço das ravinas.
 “Temos uma série de ravinas, tornam-se perigosas neste momento, tanto para os automobilistas como para os cidadãos, mas falta-nos dinheiro”, disse.
As localidades da Munda, Académico, Calondeia, Frederico, Lufefena e a zona industrial da Cuca são as mais preocupantes do município do Huambo, por serem aquelas que maior movimento rodoviário apresentam.Nos municípios da Caála e Longonjo, as ravinas localizam-se nos bairros de Calilongue, Caiamambo, Cuima, Luvuvo e na comuna da Catata, Njolo da Emanha e Salundo, respectivamente, onde ameaçam também cortar as principais vias de acesso àquelas localidades.
Quanto aos 400 milhões, José Adolfo salientou que estes valores foram estimados para o caso de as obras de intervenção serem levadas a cabo pelo governo local, pois, se forem feitas por uma empresa privada, as verbas podem ser duplicadas.

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