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Produtos das Edições Novembro chegam às comunas do Bailundo

Marcelino Dumbo|Huambo

Os administradores das comunas Bimbe, Benjamim Jamba, Luvemba e Tomé Vicente Kapoco, município do Bailundo, estão satisfeitos com a chegada do Jornal de Angola, às suas localidades: “só temos a louvar os esforços do Governo Provincial e da direcção local das Edições Novembro que tudo têm feito para garantir às populações o direito à informação”.

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Fotografia: Jornal de Angola

Os administradores das comunas Bimbe, Benjamim Jamba, Luvemba e Tomé Vicente Kapoco, município do Bailundo, estão satisfeitos com a chegada do Jornal de Angola, às suas localidades: “só temos a louvar os esforços do Governo Provincial e da direcção local das Edições Novembro que tudo têm feito para garantir às populações o direito à informação”.
O Jornal de Angola circula com regularidade em quase todos os municípios do Huambo e a direcção das Edições Novembro, em parceria com o Governo Provincial, trabalha no sentido de alargar a sua circulação a todas as comunas.
Benjamim Jamba e Tomé Vicente Kapoco referiram que apesar das quantidades de jornais que recebem serem insuficientes, “já conseguimos tomar conhecimentos dos factos que diariamente acontecem no país e no mundo, por via do Jornal de Angola e solicitamos às autoridades locais para aumentarem as quantidades de jornais”.
Os administradores afirmaram, também, que muitas vezes são criticados pelos cidadãos que clamam pelo direito à informação, sobretudo pelo sinal da Rádio Nacional e da Televisão Pública de Angola, que chega com muitos “ruídos”.
Muitas comunas debatem-se também com a falta de sinal de telefonia móvel, “por isso pedimos aos operadores da Unitel e Movicel para alargarem os seus serviços a essas localidades para permitir maior comunicação entre os seus habitantes”.
Vitorina Nhangue e Alfredo Fulula, residentes na sede da comuna do Bimbe, afirmaram que “em muitas ocasiões já nos sentimos perdidos por falta de sinal da Rádio e da TPA e pedimos ao governo para instalar ou alargar estes serviços às comunas para que os cidadãos possam saber o que se passa no país e no mundo”.

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