Províncias

Província tem mais salas construídas e reabilitadas

Justino Vitoriano | Huambo

 Mais de 130 salas de aulas foram construídas e reabilitadas, durante o ano passado, pelo governo da província do Huambo, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos.

 Mais de 130 salas de aulas foram construídas e reabilitadas, durante o ano passado, pelo governo da província do Huambo, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos.
A vice-governadora provincial para Organização e Serviços Técnicos, Loty Nolika, disse que foram construídos, de raiz, três institutos médios, nas localidades do Catchiungo, Casseque e na povoação do Dango.
Também em 2009, mais de 500 mil alunos frequentaram a escola em todos os níveis e nos subsistemas de ensino, tendo ficado aprovados cerca de 400 mil. Apesar do êxito alcançado, a vice-governadora afirmou que há “enormes défices, que devem ser superados, este ano, gradualmente, de forma a implantar um ensino condigno e enquadrar mais professores, com comprovada competência profissional, em todas as comunas e aldeias”.   
Loty Nolika declarou que, a partir de 2004, o governo decidiu incorporar todas as crianças em idade escolar no sistema normal de ensino, construir mais salas de aulas e recrutar mais professores.
“Hoje temos dados muito próximos da realidade, que nos deixam menos preocupados, pois facilitam uma melhor programação anual das nossas responsabilidades efectivas neste domínio,”disse.
A vice-governadora defendeu a construção de mais escolas, pois, frisou, “as metas preconizadas não se conseguem sem estabelecimentos de ensino, docentes qualificados, bibliotecas e todo o material inerente à formação integral de um homem novo”.

Principais problemas do sector

Os principais problemas no sector da Educação na província estão relacionados com a insuficiência de infra-estruturas escolares, em todos os subsistemas de ensino, constrangimentos decorrentes do processo de actualização de categorias dos professores e a falta de docentes e de pessoal administrativo.
A resolução desta falta de professores ficou adiada com a não realização de concursos públicos para ingresso de novos quadros, devido à crise económica e financeira.
O grande número de crianças fora do sistema de ensino, a insuficiência de material didáctico, a necessidade de aprimorar o sistema de estatística e o tratamento de dados e o número reduzido de pessoal e de meios para extensão escolar são outros problemas que afectam o sector.

Tempo

Multimédia