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Ravinas no Planalto Central ameaçam cortar a circulação

Adolfo Mundombe | Huambo

Ravinas de grandes proporções ameaçam cortar a ligação na Estrada Nacional 260, na vila da Caála, e destruir as casas construídas ao redor.
Uma das ravinas está localizadas depois e antes do rio Kunhoñgamwa e a cada dia que passa aumenta de tamanho, dificultando a circulação de veículos nos dois sentidos entre o Huambo e a Caála.

A outra ravina, a maior de todas, situa-se ao lado do Cemitério Municipal, na Caála, e pelas suas dimensões pode cortar, nos próximos dias, a ligação entre o litoral e a sede do município da Caála e “engolir” algumas residências situadas nos arredores.
O ministro da Construção, Valdemar Pires Alexandre, durante a sua visita de constatação à região central, anunciou para breve a reabilitação de algumas estradas em estado avançado de degradação e o estancamento de várias ravinas abertas nas vias.
O ministro disse ser urgente a reabilitação destas vias para facilitar a circulação e evitar casos de acidentes. Na Província do Huambo, o ministro Valdemar Pires anunciou também o começo, para breve, da reabilitação do troço que liga as províncias do Huambo e da Huíla, via Caála e Cusse.
A reabilitação da via que liga a vila do Cachiungo e a sede da comuna de Tchinhama foi  apontada pelo ministro como  prioritária, assim como o reforço de trabalhos no troço entre Longonjo, Lépi e Caála. Valdemar Pires Alexandre constatou o estado das Estradas Nacional 260, 120 e 250, que ligam o litoral ao Centro, Leste e Norte.
O vice-governador para o Sector Técnico e Infra-estruturas do Huambo, Calunga Francisco Quissanga, disse, no final da visita do ministro da Construção, que as autoridades provinciais "mostraram a preocupação" sobre o estado das vias rodoviárias, que se encontram  "degradas e com ravinas", as quais, em algumas zonas, "ameaçam isolar localidades e povoações".
Francisco Qissanga disse, que além das ravinas, o Governo está  preocupado com a colocação de asfalto no troço entre Catata e Cuima, na Caála, e a construção de 500 casas sociais.

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