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Reabilitação de vias decorre a bom ritmo

A reabilitação dos troços Cuima­/­­­Ngove e Caála/Ecunha, num total de 65 quilómetros, fica concluída no princípio do próximo mês, soube a Angop de fonte oficial. 

O vice-governador para o sector técnico e infra-estruturas visitou as obras e disse estar satisfeito com o grau de execução das mesmas
Fotografia: Francisco Lopes

A reabilitação dos troços Cuima­/­­­Ngove e Caála/Ecunha, num total de 65 quilómetros, fica concluída no princípio do próximo mês, soube a Angop de fonte oficial. 
O restauro dos 43 quilómetros do troço Cuma/Ngove teve início em Abril deste ano e encontra-se em fase de terraplenagem da sub-base e base, e de abertura das bermas para evacuação das águas residuais.
O gerente de produção da empreiteira Odebrecht, Herodilno Coelho, assegurou que no troço Caála/Ecunha estão em curso as obras de arte da construção de três pontes sobre os rios Sete, Chandenda e Cunhongamua.
O vice-governador para o sector técnico e infra-estruturas, José Paulo Kai, manifestou-se satisfeito com o grau de execução das obras dos troços Cuima|Ngove e Caála|Ecunha.
Durante a sua visita de campo, o vice-governador constatou a conclusão das obras das escolas de 26 salas dos municípios do Ukuma, Ecunha, e as estações do Caminho-de-Ferro de Benguela, na Caála e no Longonjo.


Actualização cartográfica


A falta de conhecimento e omissão das delimitações reais das áreas de jurisdição, por parte dos administradores de sectores e autoridades tradicionais, tem dificultado os trabalhos do serviço provincial do Instituto Nacional de Estatística (INE), uma acção do governo que visa facilitar a realização do censo populacional, em 2013.
Em declarações feitas na quarta-feira, a responsável do INE do Huambo, Eurásia Demba, revelou que os técnicos no terreno têm tido muita dificuldade em obter, dos administradores e autoridades tradicionais, as delimitações reais entre bairros, devido à construção anárquica que se verifica nos subúrbios da cidade. “Esta falta de conhecimento e omissão de dados reais das delimitações tem contribuído para o atraso do processo da actualização cartográfica e da habitação, para referenciar todas as infra-estruturas físicas e a toponímia, numa altura em que a instituição tem apenas sete meses para alcançar os 11 municípios que compõem a província”, realçou.
Eurásia Demba referiu que o processo de actualização cartográfica e da habitação teve início em Abril deste ano no município do Huambo e já se realizaram trabalhos de delimitação nas comunas Comandante Bandeira (bairro do Benfica, rua do Comércio, Canhe, Macolocolo, Santa Teresa e Funileiros), Joaquim Kapongo (bairro São Luís, Katoto, Rio de Janeiro).
A responsável acrescentou que o processo de actualização cartográfica está em curso nas comunas comandante Xavier Samacau e N­zan­gi e apelou às administrações municipais, comunais, autoridades tradicionais, igreja e à sociedade civil no sentido de colaborarem para o êxito da realização do censo populacional, no próximo ano.
Eurásia Dembo assegurou que o processo de actualização cartográfica e de habitação, depois da cidade do Huambo, vai ser extensivo ao município do Bailundo, onde vai ser realizado o censo piloto na comuna de Luvemba, uma actividade que conta com 43 técnicos especializados, distribuídos em sete grupos de trabalho.

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