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Saúde precisa de equipamento para detectar sal não iodizado

Justino Vitorino / Huambo

O chefe de departamento da Saúde Pública e Controlo de Endemias do Huambo, Salomão Ernesto, disse, ontem, que a falta de testes rápidos para detecção do sal não iodizado está a dificultar os trabalhos na província.

O chefe de departamento da Saúde Pública e Controlo de Endemias do Huambo, Salomão Ernesto, disse, ontem, que a falta de testes rápidos para detecção do sal não iodizado está a dificultar os trabalhos na província.
Salomão Ernesto referiu que
a saúde pública no Huambo tem dificuldade de detectar o sal não iodizado por falta de material para elaboração de testes rápidos, paralisando as inspecções que se faziam antes do produto ser comercializado.
O responsável afirmou que no ano passado foram diagnosticados 823 casos de bócio visíveis nas mulheres e 410 nos homens.
Os municípios com maior incidência da endemia são Bailundo, com 230 casos, Mungo, 378, Londuimbali, 148, e Huambo com199.
Salomão Ernesto garantiu que contactos estão a ser feitos, a partir da Direcção Nacional de Inspecção, em Luanda, em coordenação com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, para a aquisição destes testes para detecção do sal não iodizado.
“Tínhamos detectado algumas toneladas de sal não iodizado nos municípios do Bailundo e Londuimbali e conseguimos reiodizá-lo com iodo de potássio,para o bem da saúde das populações. É um trabalho que estamos a fazer” concluiu Salomão Ernesto.

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