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Vigilantes mais competentes

Adolfo Mundombe | Huambo

Um grupo de 47 mulheres da província do Huambo concluiu o segundo curso de vigilantes de infância social, promovido pela Direcção Provincial da Assistência e Reinserção Social.

Lidar com crianças requer total disponibilidade e dedicação por parte dos professores
Fotografia: Paulo Mulaza

A acção formativa, com duração de três meses, permitiu adquirir conhecimentos teóricos e práticos sobre os cuidados dos menores nos centros de acolhimento e jardins-de-infância.
As participantes receberam noções teóricas de várias disciplinas, como introdução às instituições de infância, noções para o trabalho de vigilância de infância, psicologia e pedagogia da primeira infância, metodologia de história, metodologia de música e de dança; metodologia de jogo, de expressão plástica e noções de saúde e puericultura.
A directora provincial da Assistência e Reinserção Social, Maria Lucília, disse às recém-formadas que neste tipo de actividade o fundamental é gostar das crianças, ser carinhosa, alegre, compreensível e ter a facilidade de comunicação, além da capacidade de escutá-las.
De acordo com Maria Lucília, a vigilante de infância é alguém que se sente disponível para trabalhar directamente com crianças, capaz de desempenhar com zelo, responsabilidade e dedicação as tarefas atribuídas.
“Lembrem-se que nos primeiros anos de vida, as crianças desenvolvem a inteligência e as suas habilidades para aprender e daí a responsabilidade acrescida das vigilantes de infância”, notou.  A responsável considerou como tema prioritário a disciplina de educação e compreensão, pois os pais encaram os centros infantis como um lugar seguro, onde os seus filhos podem obter conhecimentos fora de casa.  “Uma vigilante de infância deve garantir aos pais a segurança e o tratamento dos seus filhos”, aconselhou.

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