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Acções contemplam todos os municípios

Arão Martins | Lubango

O Governo Provincial da Huíla investe este ano 16,4 mil milhões de kwanzas em 32 projectos de impacto social nas comunidades e na execução de seis programas plurianuais, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos, anunciou o director do Gabinete de Estudos e Planeamento.

Saúde é um dos sectores que continua a merecer a devida atenção das autoridades da província
Fotografia: Arão Martins | Huíla

António Ngongo disse que para o presente ano, o Programa de Investimentos Públicos (PIP) inclui não apenas projectos cuja execução é da responsabilidade do Governo Provincial, mas também outros a cargo do Executivo.
O director do Gabinete de Estudos e Planeamento do Governo Provincial  informou que em relação aos programas e projectos de âmbito provincial, vão ser executados projectos de estudos e a reabilitação do espaço turístico do Alto Bimbi e Tchivinguiro, na Humpata, além de programas de habitação social no Lubangoe Cacula.

Acções de reabilitação

Acções de reabilitação, construção de infra-estruturas de transporte rodoviário, produção e distribuição de energia eléctrica, sistemas de água e saneamento básico, nas localidades do Chicomba, Gambos, Chibia, Lubango, Matala e outras localidades estão também previstos.
O Orçamento Geral do Estado (OGE), aprovado para a Huíla, visa na generalidade promover o desenvolvimento estruturado e sustentado dos sectores sociais e económico.
As acções foram feitas para tornar exequíveis os programa e projectos pré-concebidos, de modo a potenciar a inclusão social, aumentar o acesso aos serviços sociais básicos, estimular a competitividade e atractividade da província no contexto regional e resolver os problemas das populações.
O orçamento reflecte também um estreito alinhamento com os objectivos estratégicos da província, constantes do Plano de Desenvolvimento Provincial 2013/2017, aprovado pela Comissão Económica de Ministros a 15 de Outubro de 2014, e assume os objectivos do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013/2017, assim como os da Estratégia Angola 2015.

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