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Aldeia SOS agradece apoio de tutores

Domingos Mucuta | Lubango

As trezes mães tutelares de crianças e adolescentes carenciadas, inseridas na Aldeia SOS do Lubango, foram homenageadas na sexta-feira, pela direcção da instituição, em reconhecimento do empenho no apoio e protecção de menores em situação de risco.

As trezes mães tutelares de crianças e adolescentes carenciadas, inseridas na Aldeia SOS do Lubango, foram homenageadas na sexta-feira, pela direcção da instituição, em reconhecimento do empenho no apoio e protecção de menores em situação de risco.
Além das homenageadas, todas com mais de dez anos de serviço na Aldeia SOS, a cerimónia contou com a presença dos directores regional e nacional da instituição e de representantes da direcção de Assistência e Reinserção Social, membros do governo da Huíla e patrocinadores.
As tutoras foram galardoadas com anéis de ouro e certificados de mérito, um gesto que serviu para estimular e incentivar o trabalho de acolhimento e assistência, desenvolvido ao longo destes anos, em prol de 175 crianças, adolescentes e jovens em situação de risco e famílias em extrema pobreza.
Ao agradecer a atribuição de diplomas de mérito, a mãe Suzana Luís declarou, em nome das tutoras, que “não tem sido fácil cuidar das crianças abandonadas, mas com empenho, dedicação e espírito de solidariedade é possível dar tudo o que elas merecem”. 
O director nacional da Aldeia SOS, Afonso Castro, disse que a singela homenagem é insuficiente para enaltecer os esforços e a dedicação das mães, que já prestaram cuidados a muitos jovens, inseridos no ensino superior e na vida pública. O director regional da Aldeia SOS, Leutyoa Moteetee, enalteceu o sacrifício das assistentes de infância, que tem tornado possível realizar o grande trabalho de acolhimento de crianças e adolescentes órfãos e abandonados na província da Huíla.
 
Minars está solidário
 
O director em exercício da Assistência e Reinserção Social (MINARS), Fabiano Tubias, considerou “justa e merecida” a homenagem feita às mães tutelares, por aceitarem o desafio de dar afecto, segurança e estabilidade às crianças desfavorecidas.
Acrescentou que o Governo, através do Ministério da Assistência e Reinserção Social, está solidário com a iniciativa da Aldeia SOS em proporcionar a esta franja da sociedade as condições dignas para salvaguardar a integridade física, social e espiritual dos menores.
“O lugar da criança é na família, onde deve ter todo o consolo e amor. É de louvar o reconhecimento dado às mães que garantem um lar àquelas crianças que por ironia do destino ficaram órfãs e privadas de viver em harmonia familiar”, destacou.
Fabiano Tubias encorajou todas as mães tutelares e educadoras de infância a prosseguir, prestando todo o apoio aos menores carentes, contribuindo assim para o desenvolvimento do país.

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