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Atraso de obras preocupa MPLA

André Amaro | Lubango

A direcção do MPLA na Huíla está preocupada com o atraso em cerca de três anos das obras de reabilitação dos 53 quilómetros de estrada que liga o município de Cacula a Quilengues, em direcção à província de Benguela, pelo facto de estar a dificultar a circulação de pessoas e bens.

As obras na estrada Cacula/Quilengues estão atrasadas e preocupa responsáveis
Fotografia: André Amaro

A direcção do MPLA na Huíla está preocupada com o atraso em cerca de três anos das obras de reabilitação dos 53 quilómetros de estrada que liga o município de Cacula a Quilengues, em direcção à província de Benguela, pelo facto de estar a dificultar a circulação de pessoas e bens.
A preocupação foi manifestada pelo primeiro secretário do MPLA na Huíla, Marcelino Tchibingue, tendo em conta o programa de reabilitação das estradas interprovinciais, municipais e terciárias em curso na província.
“Lamentamos mais uma vez a paralisação das obras de reabilitação do troço da Cacula/ Quilengues, a cargo da empreiteira nacional Prolaje, que não consegue concluir os trabalhos há mais de três anos”, disse o político.
Marcelino Tchipyngue, que manifesta pela terceira vez esta inquietação, sublinhou que a nível de reabilitação de estradas interprovinciais que passam pela Huíla, este troço é o mais preocupante.
A paralisação das obras está a permitir o avanço da danificação dos trabalhos já efectuados devido às chuvas regulares que caem, assim como está a causar enormes transtornos à circulação de pessoas e mercadorias, frisou.
Até à paralisação das obras, a empresa encarregue da empreitada já tinha asfaltado dez quilómetros de estrada, colocado a camada de betuminoso em 20, terraplanado o restante e colocado as passagens hidráulicas, trabalho que está a ser danificado pelas chuvas.
O político prometeu influenciar as autoridades governamentais no sentido de rever a situação junto do empreiteiro e retomar os trabalhos num curto espaço de tempo e tornar mais viável o troço.
As estradas que ligam a Huíla às províncias do Namibe, Cunene, Kuando-Kubango e Huambo, estão reabilitadas, o que facilita as trocas comercias entre as distintas localidades.

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