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Aumentada a frequência de comboios

André Amaro |Lubango

O Caminho-de-Ferro de Moçâmedes aumentou para quatro a frequência do comboio que circula semanalmente no troço entres as províncias da Huíla e Kuando-Kubango, para dar resposta às necessidades dos passageiros e transporte de mercadorias.

Administração da empresa ferroviária cria condições para responder à grande procura de passageiros que circulam entre as províncias da Huíla e Kuando- Kubango transportando várias mercadorias
Fotografia: André Amaro| Lubango

O Caminho-de-Ferro de Moçâmedes aumentou para quatro a frequência do comboio que circula semanalmente no troço entres as províncias da Huíla e Kuando-Kubango, para dar resposta às necessidades dos passageiros e transporte de mercadorias.
Desde o recomeço da sua actividade, em Setembro do ano passado, o CFM fazia circular, por semana, um único comboio no troço Lubango/Menongue, mas devido ao fluxo de passageiro e mercadorias foi necessário aumentar para quatro, disse o director do gabinete de imagem e marketing do CFM.
Jacob Hipólito, esclareceu que quando foi retomada a actividade comercial começou por ser apenas uma viagem semanal, mas desde o passado dia 4, passaram a ser quatro.
Em média, o CFM transporta 150 passageiros por comboio e um volume considerável de mercadorias, sobretudo do campo, o que justifica o aumento da frequência de comboio.
“A empresa está preparada para dar resposta, à medida que a procura de passageiros e as solicitações das empresas para transportar mercadoria diversa aumente”, frisou o responsável da empresa ferroviária.
O comboio que parte do Lubango para Menongue passa pelas estações dos municípios da Quipungo, Matala, Cuvango (Huíla) e Cuchi (Kuando-Kubango), num percurso de cerca de 500 quilómetros.
O director Jacob Hipólito referiu que, no troço Lubango/Menongue, o Caminho-de-Ferro de Moçâmedes  está a operar com uma carruagem de segunda e terceira classe. O custo varia em função do percurso, entre 1.540 e 2.305 kwanzas. Quanto à circulação do comboio para a província do Namibe, esta ainda não é regular devido às obras das passagens de nível que o empreiteiro está a executar nos municípios por onde passa o traçado da via-férrea.
Estão a ser envidados esforços no sentido de retomar a circulação do comboio no troco Lubango/Namibe, numa extensão de 180 quilómetros, no início de Março. As 24 horas de viagem que se levava de automóvel, devido ao mau estado da estrada, foram reduzidas para 12 e o conforto melhorado, com a circulação de carruagens de segunda e terceira classe.

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