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Autoridades identificam as zonas de maior risco

Arão Martins | Lubango

A nova catalogação das zonas de risco nas margens do rio Capitão destina-se a realojar mais famílias em situação de vulnerabilidade em locais seguros, disse ontem o administrador  municipal do Lubango. 

Registo das áreas de maior risco tem como objectivo evitar tragédias como a registada recentemente nas margens do rio Capitão
Fotografia: Arimatéia Baptista | Lubango

Francisco Barros afirmou que a iniciativa evita que se registem mais mortes, como as verificadas recentemente devido à cheias daquele rio. O  registo, iniciado no ano passado, é permanente e já foram entregues mais de 1.500 lotes a famílias que viviam em zonas de risco, acrescentou.
O administrador municipal referiu que “o  trabalho já desenvolvido permitiu identificar as zonas de maior risco”, como são os casos das margens dos rios Capitão e Caculuvar, bem como as do Só Frio e Comercial.

Requalificação de mercados

O administrador Francisco Barros recordou que está a ser requalificado o antigo mercado do Chioco, arredores da cidade do Lubango, para a instalação de vários serviços de impacto social, principalmente escolas, hospitais, centros de saúde, postos médicos e parque de estacionamento de viaturas de transporte público.
O administrador lamentou que “muitos vendedores daquele espaço a quem foram atribuídas bancadas no novo mercado do Mutundo” insistam em permanecer no Chioco e por isso prometeu o accionamento “de mecanismos legais “para as vendas serem feitas em zonas mais seguras”.
Franciso Barros disse que “na cidade do Lubango funcionam dois grandes mercados, o de Mutundo e Rio Nangombe, com capacidade no total para três mil vendedores, com condições indispensáveis para comerciantes e público”.  A Administração Municipal do Lubango identificou nas áreas do Mutundo e Rio Namgombe espaços para a instalação de mais mercados e a população da região continua a ser sensibilizada no sentido de evitar as vendas em locais impróprios, como ruas e passeios, para não serem punidas ou verem os seus bens confiscados pelos fiscais.

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