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Caconda quer voltar a ser pólo de desenvolvimento

André Amaro |Lubango

A Missão Católica de Caconda necessita de apoio para a recuperação das suas infra-estruturas escolares, hospitalares, produção agrícola e cerâmica para voltar a ser um pólo de desenvolvimento.

Padre David Sandambo solicita apoio
Fotografia: Arimateia Baptista |Caconda

A Missão Católica de Caconda necessita de apoio para a recuperação das suas infra-estruturas escolares, hospitalares, produção agrícola e cerâmica para voltar a ser um pólo de desenvolvimento.
Situada a três quilómetros da sede municipal de Caconda, a missão alberga presentemente crianças órfãos de guerra e que estudam até à nona classe e presta assistência médica e medicamentosa às comunidades vizinhas.
O pároco da Missão Católica de Caconda, David Sandambojo, explicou que no passado a instituição tinha em funcionamento uma escola do ensino primário, posto de saúde, cerâmica, campo agrícola de 18 hectares e uma pequena gráfica.
Actualmente em estado de degradação avançado, funciona apenas a escola de 14 salas com 780 alunos da iniciação à nona classe, posto médico e internato onde estão alojadas 40 meninas e 600 rapazes na sua maioria órfãos.
O campo agrícola é explorado com a produção de banana, hortícolas, frutas, milho e feijão que servem apenas para garantir a alimentação dos alunos internados, enquanto a cerâmica e gráfica estão paralisadas, referiu o pároco da missão católica de Caconda.
O padre David Sandambojo solicitou, por isso, o apoio do governo para a recuperação das infra-estruturas da missão, já que, como sublinhou, “elas não servem apenas a igreja, mas toda a comunidade”.

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