Províncias

Casas à beira da linha-férrea preocupam governador

Arão Martins | Lubango

O governador provincial da Huíla, Isaac dos Anjos, pediu ontem uma mudança de comportamento por parte dos populares que ainda persistem em construir moradias ao longo do ramal do caminho-de-ferro de Moçamedes na cidade do Lubango.

O governador provincial da Huíla, Isaac dos Anjos, pediu ontem uma mudança de comportamento por parte dos populares que ainda persistem em construir moradias ao longo do ramal do caminho-de-ferro de Moçamedes na cidade do Lubango.
Falando no final da visita que efectuou às obras de reabilitação e construção da linha-férrea e estações de apoio ao comboio no município do Lubango, disse que as pessoas não devem persistir em desafiar as autoridades governamentais. Explicou que no início foram identificadas as residências ao longo da linha-férrea e, após um trabalho cuidado, encontraram-se as áreas para onde as famílias deviam ser transferidas, sublinhando que numa primeira fase efectuou-se a transferência e reduziu-se o número de habitações, naquela altura.
“As famílias afectadas receberam terrenos e material de construção, por isso, não se justifica, nas mesmas áreas já qualificadas, haver novamente construções. Efectuámos uma primeira transferência que foi muito polémica pelo mundo inteiro e reduzimos o número de habitações a demolir naquela altura, no quadro do programa de reabilitação da linha-férrea. Podíamos ter atingido números maiores”, lembrou.
O governante advertiu que as famílias podem correr o risco de perder os terrenos a favor dos cidadãos interessados em erguer as suas moradias e disse que a circulação do comboio vai gerar desenvolvimento na região sul do país.

Tempo

Multimédia