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Casas entregues a jovens e funcionários públicos

Estanislau Costa | Cacula

Um total de 130 moradias do tipo T2 e T3, construídas nas sedes dos municípios da Cacula e Humpata, na província da Huíla, foram  entregues ontem à população, na sua maioria jovens e funcionários públicos, em cerimónia presidida pelo governador provincial.

Autoridades desenvolvem acções para solucionar os problemas da juventude com realce para a construção de moradias condignas
Fotografia: Arimateia Baptista

Marcelino João Tyipinge disse que as casas foram construídas num espaço de 60 mil metros quadrados, pela construtora nacional Omatapalo, no quadro do programa de melhoria das condições de habitabilidade e de atracção de quadros, com vista a permanecerem nas comunidades.
Construídas com fundos dos programas “Angola Investe” e de construção de  200 fogos por município, as casas deram origem a novos bairros, à expansão das ­sedes municipais e diversificam a estrutura arquitectónica das vilas.
Orçadas em cinco milhões de kwanzas, as casas possuem três quartos, sala, cozinha, casa de banho, despensa, varanda e quintal.

Acesso à escola


João Marcelino Tyipinge disse  que as autoridades desenvolvem acções para solucionar os problemas da juventude, com realce para a promoção da formação académica com qualidade, acesso à escola e a postos de trabalho. O governador provincial afirmou que estão em construção sistemas de comunicação, distribuição de água potável e energia eléctrica, postos e centros de saúde. João Marcelino Tyipinge salientou que outros empreendimentos, como escolas, jardins de infância, enquadramento de médicos, enfermeiros, professores e outros técnicos fazem parte das questões solucionadas neste ano. Outra acção que teve a parceria do Governo Provincial da Huíla beneficiou pessoas portadoras de deficiência da Cacula, que foram contempladas com kits compostos por meios que facilitam a locomoção.
Entre os meios, os portadores de deficiências receberam muletas e cadeiras de rodas, além de outros acessórios, uma doação da Fundação Lwini. A representante da Fundação Lwini na Huíla, Carla Fernandes, garantiu que os apoios vão continuar, uma vez que a pretensão da instituição é abranger todos os portadores de deficiência da região. “Existimos para apoiar as pessoas mais vulneráveis, ajudando-as a solucionar alguns dos problemas que enfrentam”, concluiu Carla Fernandes.

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