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Casas entregues a quadros da Educação

Arão Martins | Gambos

As primeiras 40 casas sociais  construídas na sede comunal do municipal dos Gambos, província da Huíla, são entregues brevemente aos destinatários, garantiu ao Jornal de Angola o administrador da circunscrição.

Habitações disponíveis para funcionários públicos
Fotografia: José Cola

Elias Sova disse que, dentro de pouco tempo, as casas vão ser entregues, uma vez que estão quase prontas e falta apenas concluir os serviços básicos, como o sistema de água, energia e esgotos.
“A entrega de casas é uma das condições para se poder manter os quadros nos municípios. Muitas vezes recebemos quadros do sector da Educação e Saúde, e não temos condições para os alojar, razão pela qual acabam por se ir embora, o que dificulta todo o processo”, lamentou. 
As primeiras 40 casas foram construídas numa área nobre da sede comunal do Chianje, no âmbito do programa de construção de 200 casas em cada município.
Além das moradias, estão a ser erguidos outros edifícios que estão a mudar a imagem do município, como a nova sede da administração e duas escolas, uma na localidade do Ndongue, com seis salas, e outra na sede comunal do Chianje, com sete. Os estabelecimentos de ensino, que são inauguradas em Setembro, foram construídos no quadro do programa Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza.
Após a conclusão das escolas vão ser abertos, junto a cada uma delas, furos de água.
Este ano lectivo foram matriculados mais de 15 mil crianças, do ensino primário ao segundo ciclo, e no próximo ano, com a inauguração de mais duas escolas, prevê-se o ingresso de mais três mil alunos.

Energia eléctrica e água

O sistema de produção e distribuição de energia eléctrica melhorou consideravelmente nos Gambos, assegurou Elias Sova. No ano passado, a administração fornecia energia eléctrica das 18h00 às 00h­00, mas hoje o fornecimento é feito das 8h00 às 12h00 e das 18h00 às 00h00.
A melhoria da energia eléctrica abrange a sede comunal da Chibemba e Rio D´areia. "Estamos a trabalhar para dar sequência aos trabalhos. Pretendemos abranger as povoações de Viriambundu e Ndogue”, esclareceu.

Efeitos da seca

Elias Sova disse que, paulatinamente, os efeitos da seca estão a ser minimizados e durante a campanha agrícola 2013-2014a chuva caiu o suficiente, comparativamente ao período anterior.
O administrador reconheceu que nem tudo vai mal, mas a grande preocupação está relacionado com algumas áreas do município, no caso de Fimo, Tchitongo Tongo, Taca, Panguelo, Tchicué, onde não choveu o necessário, razão pela qual continuam a merecer atenção redobrada das autoridades.

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