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Circulação rodoviária com mais fluidez

André Amaro | Lubango

A circulação rodoviária entre as cidades do Lubango e Benguela, num percurso de 380 quilómetros, está a ser feita com maior fluidez, fruto dos avanços registados nas obras de reabilitação e asfaltagem de alguns troços em falta.

Director do Instituto Nacional de Estradas
Fotografia: André Amaro

A circulação rodoviária entre as cidades do Lubango e Benguela, num percurso de 380 quilómetros, está a ser feita com maior fluidez, fruto dos avanços registados nas obras de reabilitação e asfaltagem de alguns troços em falta.
As sete horas de viagem que os automobilistas consumiam para ir de uma cidade a outra foram reduzidas para quatro, tal como diminuíram os prejuízos com os acessórios das viaturas.
O director do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA) na Huíla, Florêncio Teófilo, afirmou que a fluidez na circulação rodoviária entre as duas províncias é possível graças aos avanços registados nas empreitadas.
Actualmente, os automobilistas já conseguem viajar em melhores condições, devido ao avanço nas obras de reabilitação e asfaltagem do troço Cacula/Quilengues, e à intervenção na estrada Quilengues/Chongoroi, este último troço pertencente a Benguela. Florêncio Teófilo esclareceu que a reabilitação desta estrada foi dividida entre as províncias da Huíla e Benguela, sendo o limite entre os municípios da Quilengues e Chongoroi, respectivamente.
A extensão que cabe à Huíla é de aproximadamente 150 quilómetros. Além dos troços asfaltados, foram feitas estradas alternativas em terraplanagem, para facilitar a circulação rodoviária dos automobilistas, enquanto decorrem as obras de reabilitação da estrada e de algumas pontes.


Menos tempo


O automobilista Carlos Lourinho, que regularmente utiliza a estrada entre Lubango e Benguela, afirmou que, graças à melhoria da via, já consegue sair do Lubango às 8 horas e chegar a Benguela ao meio-dia, com uma velocidade moderada.
Carlos Lourinho explicou que há dias em que consegue fazer uma ida e volta sem qualquer problema, uma vez que a maior parte da estrada está boa, com excepção de alguns troços em reabilitação e pequenos buracos existentes.
O motorista de uma empresa privada de transportes público, que opera nesta via, João Samuel, diz que consegue fazer cinco horas de viagem, com uma marcha não superior a 80 quilómetros por hora.

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