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Conferência aborda estudo e aprofundamento do inglês

Arão Martins | Lubango

A língua inglesa constitui, nos dias de hoje, a maior ferramenta de intercompreensão universal, por ser a língua veicular, ou franca, entre os diferentes grupos, disse o responsável do departamento de Letras Modernas do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED) da Huíla, Carlos Kuele.

Estudantes reconhecem vantagens do inglês
Fotografia: Arão Martins

Carlos Kuele, que falava na terceira Conferência Regional da Língua Inglesa, decorrida no Lubango, referiu que “aprender inglês hoje já não é um luxo, mas sim uma necessidade de afirmação e inclusão social”, disse.
Temas como “Comunicação", “Escrita, “Leitura", “Factores de motivação para o aluno e estudante da língua inglesa", “A importância do uso da língua materna para ajudar a compreender melhor o processo de aprendizagem da língua estrangeira", “O uso do idioma para melhorar a fala na sala de aula de inglês", “Métodos para auto avaliação no processo de ensino e aprendizagem" foram debatidos.
O uso do calão para melhorar a aprendizagem do inglês na escola, formas de corrigir o aluno ao cometer erro na fala, ensino do verbo e provérbios nominais, a diferença entre homem e mulher na fala, foram outros temas abordados pelos professores e estudantes do ensino superior e escolas de formação de professores e estudantes.
O chefe do departamento de línguas modernas do ISCED-Huíla disse que a realização da conferência permitiu exaltar os pilares da língua, que são “ouvir, falar, ler e escrever", bem como desenvolver a camaradagem entre as pessoas.
O responsável da repartição, Délcio Tweuhanda, afirmou que, com a globalização, o inglês tornou-se internacional, “a língua número um", e é usada em viagens, em negócios e consultas médicas, entre outras áreas.
O inglês abre portas, facilita viagens e principalmente as chances de conseguir um bom emprego, já que ter conhecimento num segundo idioma faz uma grande diferença no perfil e currículo de qualquer candidato.
O estudante Manuel Agostinho disse que grande parte do mercado de trabalho exige pessoas com fluência em inglês.

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