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Construção do edifício começa este trimestre

André Amaro | Lubango

As obras de construção do edifício que vai albergar o Instituto Médio e Superior de Medicina Natural, com capacidade para 720 alunos, arrancam no primeiro trimestre do ano em curso, na província da Huíla.

Projecto visa fazer com que os estudantes de medicina tenham melhores condições
Fotografia: Jornal de Angola

As obras de construção do edifício que vai albergar o Instituto Médio e Superior de Medicina Natural, com capacidade para 720 alunos, arrancam no primeiro trimestre do ano em curso, na província da Huíla.
O acto de lançamento da primeira pedra aconteceu na quinta-feira na povoação do Rio Toco, 31 quilómetros a leste da cidade do Lubango, na presença de entidades políticas, governamentais e autoridades tradicionais.
O projecto, orçado em 45 milhões dólares, é da iniciativa da Organização Giráfrica e será executado num prazo de 15 meses.
O director da Organização Giráfrica, Gabriel Vivas, disse que foi escolhida a província da Huíla para implementação do projecto de saúde pelo facto de ser uma potência em plantas medicinais.
De acordo com ele, a estrutura escolar vai comportar 20 salas, uma lavra de plantas medicinais, três laboratórios nas especialidades de bioquímica, análises multidisciplinares e de transformação de plantas em fármacos.
A instituição terá ainda biblioteca, gabinetes administrativos, campo polivalente, clínica para estágio, garantindo uma formação de qualidade aos quadros que por ali passarem. O responsável disse que enquanto decorrem as obras, uma equipa de professores vai trabalhar no programa do curriculo, em parceria com técnicos dos Ministérios da Educação e Saúde, respectivamente. Gabriel Vivas sublinhou que a materialização deste projecto conta com o apoio técnico do Conselho Nacional da Medicina Natural, dos ministérios da Saúde e Educação, da Universidade Federal do Brasil, dos institutos superiores de Neolopatia do Brasil e África do Sul.
O administrador municipal interino do Lubango, Domingos Uango, disse que a medicina convencional se tem assumido como alternativa para as soluções de muitos casos de saúde pública, daí a importância do projecto.
Domingos Uango enalteceu a iniciativa e garantiu apoiar o projecto, que além de contribuir para a formação de mais pessoas, vai ajudar a melhorar a assistência médica e medicamentosa dos pacientes.

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