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Crianças sujeitas a castigos pioram os comportamentos

André Amaro | Lubango

A directora da Família e Promoção da Mulher na Huíla exortou, na terça-feira, no Lubango, pais e outros encarregados de educação a evitarem atitudes que prejudiquem desenvolvimento físico e motor das crianças.

Pais e encarregados de educação devem procurar ser amigos dos filhos
Fotografia: André Amaro

A directora da Família e Promoção da Mulher na Huíla exortou, na terça-feira, no Lubango, pais e outros encarregados de educação a evitarem atitudes que prejudiquem desenvolvimento físico e motor das crianças.
Amélia Metódio, que falava numa palestra sobre “violência doméstica e suas consequências na vida das crianças”, disse que, por exemplo, “não se deve castigar a criança por deixar de cumprir com os deveres de casa ou escolares".
O uso da violência para a correcção das crianças, frisou, pode piorar o seu comportamento.
“Isso torna a criança revoltada, desamparada e pode levá-la a recorrer a más companhias, enveredar pela droga, alcoolismo e outros males”, referiu, defendendo o diálogo constante entre pais ou outros encarregados de educação com os educandos.
"Os pais, encarregados de educação e tutores de menores devem procurar ser, cada vez mais, amigos dos filhos, corrigi-los com delicadeza, paciência e aconselhá-los sempre", disse.
Amélia Metódio pediu às crianças que respeitem e obedeçam aos pais, professores, pessoas mais velhas e aos próprios colegas para evitarem actos de violência.

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