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Desalojados recebem casas

Arão Martins | Lubango

Famílias desalojadas ao longo do ano transacto das áreas de risco para a localidade da Tchavola, perto do Lubango, recebem nos próximos dias casas construídas pelo Governo Provincial da Huíla.

População é alojada em zonas mais seguras
Fotografia: Estanislau Costa|lubango

 O vice-governador provincial da Huíla para o sector Técnico e Infra-estruturas, Nuno Mahapi Ndala, que anunciou o facto, avançou que, numa primeira fase, são contempladas cerca de 150 famílias.
O vice-governador da Huíla esclareceu que as pessoas que viviam ao longo do ramal dos caminhos-de-ferro de Moçâmedes, nos bairros Canguinda, Ferrovia e Mapunda, assim como no percurso do rio Mucufi, já receberam parcelas de mil metros quadrados na reserva fundiária da Tchavola.
Nuno Mahapi Ndala salientou que existem casos de famílias beneficiárias de lotes, particularmente idosos, que têm possibilidade de construir casas condignas para a sua habitabilidade, daí que o Governo Provincial construiu, num período de cerca de um ano, as 150 casas.
 O vice-governador provincial da Huíla esclareceu que à medida que as moradias, de dois e três quartos cada, forem concluídas são entregues aos beneficiários.
Durante a visita do governador João Marcelino Tyipinge, a população mostrou-se satisfeita com a aplicação do projecto, uma vez que vai solucionar um dos principais problemas dos habitantes, que é a questão da casa própria.  João Canambua, um dos beneficiários, disse que a população carenciada louva a iniciativa do Governo Provincial em construir casas definitivas para pessoas carenciadas e pela entrega de lotes de terrenos.
A par das casas para os desalojados, o governador provincial da Huíla visitou igualmente as ruas de acesso e as infra-estruturas sociais da centralidade da Quilemba, que dispõe ainda de 4.000 hectares para a autoconstrução dirigida.
Neste momento, segundo Nuno Mahapi Ndala, na reserva fundiária da Quilemba já foram entregues 11.000 lotes para a construção de casas. O vice-governador avançou que, até sexta-feira passada, 40 por cento de habitações existentes na reserva já foram feitas, com esforço da própria população.
Para garantir melhores condições de vida da população, o governo provincial está a criar condições de infra-estruturas sociais, como escolas, hospitais, água e energia.

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