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Estudantes universitários estão a aumentar na Huíla

André Amaro| Lubango

A província da Huíla registou, nos últimos quatro anos, um aumento considerável do número de estudantes matriculados nas escolas do ensino superior, disse, sexta-feira, o vice-governador para a área social e política.

Actividades desenvolvidas pelo governo local nos últimos quatro anos foram avaliadas pelos membros do Conselho de Auscultação
Fotografia: Arão Martins|lubango

A província da Huíla registou, nos últimos quatro anos, um aumento considerável do número de estudantes matriculados nas escolas do ensino superior, disse, sexta-feira, o vice-governador para a área social e política.
José Arão revelou que, este ano lectivo, estão registados no ensino superior na província da Huíla 12.250 estudantes.
O vice-governador apresentou esses dados quando apresentava o balanço das actividades desenvolvidas pelo governo provincial durante o período 2008/2012. Nesse período, disse, o ensino superior teve uma evolução de 9.415 estudantes, o que considerou positivo, em termos de formação de quadros para garantir o funcionamento das instituições públicas e privadas.
Os 12.250 estudantes matriculados frequentam os cursos de Ciências da Educação, Economia, Medicina, Direito e Informática.
José Arão disse que as autoridades provinciais perspectivam inserir, a médio prazo, 20 mil estudantes no ensino superior.
Para tal, as autoridades prevêem criar espaços para a construção de um campo universitário e outras infra-estruturas de apoio.
Falando aos membros do Conselho de Auscultação e Concertação Social da província, José Arão disse que o ensino superior registou um amplo crescimento com a abertura da Universidade Mandume Ya Ndemofayo e o Instituto Superior Politécnico Tundava.
José Arão adiantou que a preocupação com a qualificação dos recursos humanos para a prestação de serviços à sociedade, tanto para o sector público como para o privado, está superada com a formação massiva de quadros superiores.
Para o vice-governador da Huíla, as empresas já não precisam de recorrer ao exterior para recrutar quadros em determinadas áreas, uma vez que a província já está a formar estes técnicos.

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