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Falta de espaço limita admissão de estudantes

Arão Martins

A insuficiência de infra-estruturas escolares na Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), afecta à 6ª região académico, que abarca as províncias da Huíla e Namibe, continua a inviabilizar a admissão de mais estudantes.

Caloiros da Mandume Ya Ndemufayo foram baptizados
Fotografia: Arão Martins | Edições Novembro | Huíla

O vice-reitor para a Área Académica e Vida Estudantil daquela instituição, José Caluyua Pedro, disse que no início do ano académico em curso a UMN inscreveu 8.838 candidatos, para 1.870 vagas.
José Caluyua, que falava na cerimónia de baptismo de caloiros, informou que com o referido acto cumpriu-se com um ciclo que começou a 3 de Janeiro do ano em curso, com jornadas de esclarecimento, inscrições e exames de admissão.
Para o ano académico 2018, reconheceu, houve uma disputa renhida, porque havia cinco candidatos ou mais para uma vaga.
O vice-reitor para a Área Académica e Vida Estudantil da Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN) disse, por outro lado, que muitos estudantes matriculados na instituição vão conquistar bolsas internas.
Esclareceu que, para os estudantes que estão no 1º ano, vai se ter em conta a nota que trazem do ensino médio. Acrescentou que para os alunos que conquistarem as bolsas é preciso cumprir com alguns deveres, como o de não reprovar em nenhuma cadeira.
“O estudante pode transitar, mas se reprova numa cadeira perde a bolsa”, explicou o vice-reitor para a Área Académica e Vida Estudantil.

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