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Garantida melhoria de apoio aos idosos

Arão Martins | Lubango

A Direcção Provincial do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS) na Huíla traçou como prioridades para o próximo ano o melhoramento da participação das famílias na busca de soluções para os problemas que os idosos vivem diariamente.

Pessoas idosas em situação de vulnerabilidade na província da Huíla beneficiam de assistência através das medidas de protecção social
Fotografia: Arão Martins | Lubango

A directora do MINARS, Amélia Casimiro, recordou que a pessoa idosa em situação de vulnerabilidade beneficia de assistência através das medidas de protecção social e pediu, por isso, uma maior participação das famílias.
Amélia Casimiro explicou que na província da Huíla estão controlados 21.200 idosos de ambos os sexos, dos quais 46 mais vulneráveis e que residem no Lar da terceira idade, enquanto outros 437 são assistidos na comunidade.
O Governo Provincial da Huíla continua a desenvolver um programa de promoção de serviços ao domicílio e de terapia ocupacional para melhorar a participação das famílias na satisfação das necessidades dos idosos. “Os 46 idosos institucionalizados têm várias actividades como artesanato, educação física, alfabetização, costura e tricotagem”, referiu Amélia Casimiro.

Programa de apoio

O programa de apoio às instituições de acolhimento de crianças e pessoas idosas sob controlo do Estado, que tem como objectivo distribuir bens alimentares e não só, está a auxiliar as instituições de carácter social a prestarem apoio à população mais vulnerável.
Segundo a directora do Ministério da Assistência e Reiserção Social, na província da Huíla estão controlados 5.915 pessoas que beneficiam do apoio de instituições do Estado e de solidariedade, dos quais 1.749 crianças e adolescentes. Mais de 4.050 crianças frequentam os centros infantis. Amélia Casimiro garantiu que vão ser dinamizadas acções de treinamento dos beneficiários em áreas como gestão de pequenos negócios, vantagens do trabalho em grupos solidários, poupança, civismo, prestação de serviços de logística e utilização objectiva dos recursos. “Vamos continuar a trabalhar com as várias sensibilidades para assegurar a educação regular, formação académica e profissional dos deficientes nos níveis básico, médio e superior, em escolas do ensino geral e especial”, disse,  a responsável, notando que este é um dos meios para a redução da fome e da pobreza.

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