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Hotelaria e Turismo garantem empregos

André Amaro| Lubango

Dois mil novos postos de trabalho para jovens com idades compreendidas entre os 18 e 35 anos foram criados, nos últimos nove anos, na indústria da Hotelaria e Turismo, na província da

Dois mil novos postos de trabalho para jovens com idades compreendidas entre os 18 e 35 anos foram criados, nos últimos nove anos, na indústria da Hotelaria e Turismo, na província da Huíla.
O facto foi revelado quarta-feira pelo responsável do departamento de Hotelaria e Turismo na Huíla, João Silvestre, a propósito dos resultados do sector registados nos últimos nove anos, que coincidem com o período subsequente ao fim da guerra no país.
Segundo o responsável, os jovens trabalhadores estão inseridos nas categorias de recepção e andares, pastelaria e cozinha, bar e mesa, motoristas, tradutores, guias turísticos, entre outras especialidades. Antes de exercerem essas actividades os jovens receberam formação apropriada.
João Silvestre afirmou que este processo foi possível graças à construção de novas unidades hoteleiras, reabilitação, ampliação e modernização das antigas e criação de uma variedade de serviços. De acordo com João Silvestre, depois do advento da paz, foram criadas sete novas unidades hoteleiras e a capacidade de hospedagem aumentou de 500 para 2.000 camas.
Actualmente, referiu João Silvestre, Huíla conta com oito hotéis, 14 pensões, igual número de alojamentos turísticos, 74 restaurantes, 433 similares, 12 agências de viagens e 20 centros de turismo, distribuídos pelos 14 municípios que compõem a província.
Para este ano, está prevista a criação de mais postos de trabalho para a juventude, com a conclusão e entrada em funcionamento de novas unidades hoteleiras.
João Silvestre informou que está em curso a construção de seis hotéis, no âmbito de parcerias público-privadas, cuja conclusão está prevista para este ano.
O chefe de departamento de Hotelaria e Turismo realçou que a conquista da paz e a realização de eventos desportivos internacionais, como o Afrobasket e o CAN-2010, bem como a livre circulação de pessoas e mercadorias, motivou a classe empresarial a apostar na construção de novas infra-estruturas na província da Huíla.

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