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Huíla com laboratório para ensino de línguas

Domingos Mucuta | Lubango

O primeiro laboratório de linguística do Instituto Médio de Economia do Lubango (IMELub) começa a ser instalado a partir do próximo mês de Novembro, anunciou, na semana passada, o director da instituição de ensino público.

Director do Instituto Médio de Economia
Fotografia: Arimateia Baptista| Lubango

O primeiro laboratório de linguística do Instituto Médio de Economia do Lubango (IMELub) começa a ser instalado a partir do próximo mês de Novembro, anunciou, na semana passada, o director da instituição de ensino público.
Belinho Alberto disse que a criação do laboratório no IMEL é a concretização das recomendações de seminários Técnico-Científicos e Didácticos, tendo em vista melhorar o processo de ensino e aprendizagem das línguas portuguesa, inglesa e francesa.
“Chegámos à conclusão que há um certo insucesso no processo de aprendizagem das línguas, tanto da língua portuguesa como das estrangeiras. Surgiu, então, a ideia de abrir este laboratório para facilitar a transmissão de conhecimentos no domínio linguístico”, sustentou. 
O projecto, apoiado pela Direcção Nacional do Ensino Médio Técnico, é pioneiro nas instituições do ensino médio do país e esta iniciativa pode, na sua opinião, ser adoptada por outros institutos médios espelhados pelo país.
Os pormenores do projecto vão ser apresentados pela equipa da coordenação de linguística nas Primeiras Jornadas Técnico-Científicas do IMELub, marcadas para 29 de Outubro a 1 de Novembro. “Depois desta apresentação, vamos passar à montagem efectiva do laboratório, que consideramos um valor acrescentado no ultrapassar do problema do ensino das línguas. Acreditamos que no próximo ano lectivo já vai ser utilizado pelos estudantes”, garantiu.
Belinho Alberto disse que a direcção também se propõe criar um laboratório para estágio dos alunos finalistas, usando as novas tecnologias de informação e comunicação e softwares específicos, como de contabilidade, gestão, estatística e outros. O instituto conta actualmente com sete laboratórios.
O director considerou aceitável o perfil de saída dos jovens ali formados, uma vez que não têm tido dificuldade em arranjar emprego em empresas públicas e privadas, após um estágio. “Estamos a formar quadros com competência exigida no mercado de emprego. Reconhecemos que podemos fazer mais e lamentamos a insuficiente capacidade de absorção das empresas, para atender o número de jovens formados anualmente”, referiu.

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