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Huíla defende formação contínua de docentes

A formação pedagógica contínua dos docentes do ensino especial foi defendida ontem pelo director da escola do ensino especial da cidade do Lubango.

Alunos com necessidades especiais têm mais atenção
Fotografia: João Mulaza | Edições Novembro

Vicente Kamassuno, que falava a propósito da formação de quadros naquela instituição do ensino especial, disse ser necessário que a Direcção Provincial da Educação, Ciências e Tecnologia, em colaboração com organismos afins, promova seminários sobre a importância da educação inclusiva para o sucesso da actividade docente na região.
Este factor, prosseguiu o director da escola do ensino especial da cidade do Lubango, vai permitir que não haja, algumas vezes, ausência de alunos na sala de aulas, porque muitos destes queixam-se da falta de alguma orientação por parte do professor e acabam por se ausentar.
Sobre as condições, o responsável da escola do ensino especial da cidade do Lubango assegurou haver melhorias a todos os níveis, apesar da infra-estrutura carecer ainda de alguma manutenção, por apresentar fissuras na parede.
Vicente Kamassuno disse que a escola do ensino especial da cidade do Lubango foi construída para servir alunos com deficiência visual, físico-motora, auditivas, intelectuais, transtornos de linguagem, de desenvolvimento psíquico e dificuldades na fala.

Alunos matriculados

Na escola do ensino especial da cidade do Lubango frequentam este ano lectivo, em três subsistemas de ensino, 1.793 alunos.
Sobre a instituição de ensino, o director-geral disse que são necessários mais 15 professores. Vicente Kamassuno disse ser preciso suprir carências nas disciplinas de física, geometria descritiva, biologia, francês, inglês e geologia e minas.
A escola do ensino especial tem 102 professores e 21 salas de aula, números que Vicente Kamassuno considerou "irrisórios".

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